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Déficit fiscal dispara nos EUA por medidas econômicas na pandemia

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O presidente americano, Donald Trump, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, em 2 de julho de 2020 em Washington

A ajuda financeira maciça do governo dos Estados Unidos a famílias e empresas durante a pandemia de coronavírus causou um déficit fiscal, de acordo com dados do Departamento do Tesouro divulgados nesta segunda-feira.

Com despesas de US$ 1,1 trilhão e receitas em queda, a diferença para as finanças públicas dos EUA nos primeiros nove meses do atual ano fiscal (que termina em setembro) aumentou 267% em relação ao mesmo período de 2019, atingindo os 2,74 trilhões de dólares, informou o Tesouro.

"Impulsionado pelo impacto da crise da COVID-19 e pela resposta do governo, o déficit para junho de 2020 foi de US$ 864 bilhões, comparado a US$ 8 bilhões em junho de 2019", afirmou a instituição.

A maior parte desse aumento (511 bilhões de dólares) deve-se ao aumento de desembolsos para programas de ajuda no âmbito de um pacote de 2,2 trilhões de dólares da chamada lei CARES para comércios e empresas e para pagamentos diretos a contribuintes e seguros-desemprego.

Os números desse déficit acentuadamente crescente não são surpreendentes, e são esperados gastos adicionais nesses programas de ajuda nos próximos meses.