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Déficit comercial dos EUA salta para máxima recorde em junho com forte crescimento das importações

·1 minuto de leitura
Porto de Long Beach, Califórnia, EUA

WASHINGTON (Reuters) - O déficit comercial dos Estados Unidos atingiu uma máxima recorde em junho, uma vez que os esforços das empresas em recompor os estoques para atender à demanda robusta de gastos do consumidor atraíram mais importações.

O Departamento do Comércio informou nesta quarta-feira que o déficit comercial aumentou 6,7%, para 75,7 bilhões de dólares em junho, um recorde histórico.

Economistas consultados pela Reuters esperavam um déficit de 74,1 bilhões de dólares.

As importações de bens aumentaram 1,8%, para 239,1 bilhões de dólares, também uma máxima recorde. As exportações de bens aumentaram 0,2%, para 145,9 bilhões de dólares em junho, máxima histórica.

O governo norte-americano informou na semana passada que os gastos do consumidor aumentaram no segundo trimestre, com um crescimento sólido nas despesas com bens, mesmo com a demanda voltando para serviços devido à vacinação contra a Covid-19.

O crescimento de dois dígitos nos gastos do consumidor no último trimestre ajudou a deixar o nível do Produto Interno Bruto (PIB) acima de seu pico no quarto trimestre de 2019. Os estoques das empresas se esgotaram rapidamente no segundo trimestre.

A economia dos EUA se recuperou mais rapidamente da pandemia do que seus principais rivais devido ao enorme estímulo fiscal, às baixas taxas de juros e a um alto nível de vacinação contra o coronavírus. Isso está pressionando o déficit comercial, que atuou como peso negativo sobre o PIB por quatro trimestres consecutivos.

(Por Lucia Mutikani)

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