Mercado abrirá em 3 h 25 min
  • BOVESPA

    113.430,54
    +1.157,53 (+1,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.564,27
    +42,84 (+0,08%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,39
    +0,52 (+0,66%)
     
  • OURO

    1.939,90
    -5,40 (-0,28%)
     
  • BTC-USD

    22.979,57
    +39,36 (+0,17%)
     
  • CMC Crypto 200

    524,33
    +5,54 (+1,07%)
     
  • S&P500

    4.076,60
    +58,83 (+1,46%)
     
  • DOW JONES

    34.086,04
    +368,95 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.794,20
    +22,50 (+0,29%)
     
  • HANG SENG

    22.072,18
    +229,85 (+1,05%)
     
  • NIKKEI

    27.346,88
    +19,77 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    12.133,50
    -18,50 (-0,15%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5260
    +0,0104 (+0,19%)
     

Déficit comercial dos EUA encolhe com queda das importações

Porto de Los Angeles, EUA

WASHINGTON (Reuters) - O déficit comercial dos Estados Unidos registrou a maior queda em quase 14 anos em novembro, uma vez que a desaceleração da demanda doméstica em meio a custos de empréstimos mais altos pressionou as importações.

O déficit comercial caiu 21,0%, para 61,5 bilhões de dólares, o nível mais baixo desde setembro de 2020, informou o Departamento de Comércio na quinta-feira. O declínio percentual foi o maior desde fevereiro de 2009.

As importações caíram 6,4%, para 313,4 bilhões de dólares, com queda de 7,5% dos bens, para 254,9 bilhões de dólares. As importações de bens de consumo foram as mais baixas desde dezembro de 2020.

No ano passado, o Federal Reserve elevou sua taxa básica de juros em 425 pontos-base, de quase zero para uma faixa de 4,25% a 4,50%, a mais alta desde o final de 2007.

No mês passado, projetou pelo menos 75 pontos-base adicionais de aumentos nos custos de empréstimos até o final de 2023. Juros mais altos impulsionaram o dólar, que se valorizou 5,4% em relação às moedas dos principais parceiros comerciais dos Estados Unidos no ano passado.

A força do dólar está tornando os produtos fabricados nos EUA menos competitivos nos mercados globais. O aperto da política monetária pelos bancos centrais globais também está corroendo a demanda.

As exportações caíram 2,0%, para 251,9 bilhões de dólares, com os embarques de mercadorias caindo 3,0%, para 170,8 bilhões de dólares. Mas as exportações de veículos automotores, peças e motores foram as maiores desde agosto de 2019.

(Reportagem de Lucia Mutikani)