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Década de encolhimento de mercado acionário global chega ao fim

Justina Lee e Lu Wang
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O mercado acionário global, antes cada vez menor, reverteu o processo.

Graças às emissões recordes, ao boom das empresas de cheque em branco, ou SPACs, e ao colapso das recompras por causa da pandemia, a oferta de ações no mundo desenvolvido ficou positiva pela primeira vez em uma década, de acordo com o Sanford C. Bernstein. Em US$ 273 bilhões nos 12 meses até o fim de março, a preocupação com a tendência de encolhimento dos mercados de renda variável da era pós-crise financeira já não existe mais.

O que começou como uma corrida para fortalecer os balanços durante a crise de Covid se transformou em uma onda de ofertas para aproveitar o apetite implacável de investidores por um mercado que desafia preços históricos. Entre empresas como Coinbase Global, Deliveroo e firmas de cheque em branco patrocinadas por celebridades, as ofertas iniciais e secundárias saltaram para um recorde de US$ 208 bilhões nas 13 semanas até 9 de abril, segundo dados da Ned Davis Research.

É mais um sinal da euforia em Wall Street.

“Normalmente, a emissão de ações atinge o pico no final do ciclo, ao mesmo tempo que a confiança do investidor aumenta”, disse Emily Roland, corresponsável por estratégia de investimentos da John Hancock Investment Management. “O rápido aumento das emissões líquidas de ações é outro sinal de que este ciclo do mercado está acontecendo em alta velocidade.”

Tudo isso é uma grande reversão da era pré-pandemia, quando o número de ações caía na comparação anual e permanecer com capital fechado estava na moda.

Isso gerou temores de que as bolsas estavam perdendo seu apelo como um mecanismo de preços e porta de entrada para levantar capital - para não mencionar que indivíduos comuns estavam à margem dos ganhos do capitalismo americano.

A questão agora é se gestores vão absorver a oferta ou se as recompras corporativas serão aceleradas para impulsionar mercados em níveis recordes.

No último caso, há boas notícias para os que apostam em empresas como Alphabet e Apple, que prometeram recomprar ações após fortes ganhos. Empresas americanas anunciaram no último trimestre US$ 339 bilhões em recompras, um aumento de 68% em relação às mínimas da pandemia há um ano, embora ainda estejam abaixo dos US$ 569 bilhões durante o pico de 2018, de acordo com dados da EPFR Global.

E companhias europeias, que tradicionalmente preferem pagar dividendos, podem estar prestes a iniciar uma onda de recompras, de acordo com o Morgan Stanley e Société Générale.

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