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CVC convoca assembleia com debenturistas na sexta para votar perdão temporário

Raquel Brandão
·2 minutos de leitura

Publicação do balanço de 2019 foi feita com atraso devido a revisões que identificaram erros contábeis A CVC tentará na sexta-feira (4), pela terceira vez, aprovar com seus debenturistas o pedido de perdão temporário (waiver) quanto a um eventual não cumprimento de obrigações não pecuniárias em função do atraso na entrega das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2019 e de 31 de marco de 2020. A assembleia foi inicialmente convocada para o dia 3 de julho, mas os debenturistas optaram por suspender os trabalhos para que a companhia proporcionasse maiores informações. Retomada em 7 de agosto, mais uma vez foi suspensa por mais informações. O perdão temporário entrou na lista de assuntos observados pela auditoria KPMG nos resultados de 2019. Sob o item de incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional, a KPMG destacou que além do impacto da covid-19, o rating da CVC foi rebaixado para “brCCC-” pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s. “E a não divulgação das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019 nos prazos legais, fez com que a administração da companhia apresentasse pedido de waiver pelo não cumprimento desta obrigação não financeira. Os planos da companhia consistem substancialmente em realização de aumento de capital e negociação com os debenturistas para repactuação dos vencimentos previstos para 2020.” Segundo a KPMG, essas ações, nem todas sob controle da companhia, “indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da companhia”. Ela destaca, porém, que não fez ressalvas ao balanço. CVC, agência de turismo Facebook/CVC Dívidas Em teleconferência de resultados de 2019, o presidente da empresa, Leonel Andrade, e o diretor financeiro, Maurício Montilha, disseram que a companhia está negociando com seus credores a repactuação de suas dívidas. A publicação do balanço foi feita com atraso devido a revisões que identificaram erros contábeis. Os balanços do primeiro e do segundo trimestre deste ano estão previstos para 30 de setembro. “Não estamos olhando o perfil de dívida pelos próximos dois anos, estamos olhando para os próximos cinco anos. [O endividamento] Está bastante razoável, mas estamos discutindo com credores uma vez que o Ebitda [lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização] e outros indicadores serão diferentes com a pandemia”, disse Montilha. Segundo o diretor, o capital de giro da companhia “é suficiente para cumprir seus contratos e passar a pandemia com vendas baixas”. Ele destacou que a empresa conseguiu gerar caixa de R$ 261 milhões em 2019, acima dos R$ 78 milhões de 2018, mesmo sendo um ano desafiador. “O aumento de capital que começamos, e tem tido bastante êxito, visa proporcionar capital para companhia voltar a vender em escala. Do ponto de vista financeiro, com a qualidade do capital de giro inicial e o aumento de capital, conseguimos aproveitar a retomada.”