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Custo da dívida pública aumentou para os países pobres e diminuiu para os ricos

·2 minuto de leitura
Mulher carrega tijolos em Ramleela Maidan, um enorme terreno que estava sendo transformado em um centro de cuidados para coronavírus em Nova Delhi, 5 de maio de 2021

Os países pobres e emergentes viram os juros que pagam sobre suas dívidas públicas aumentarem nos últimos anos, ao contrário dos países ricos, segundo um estudo a ser publicado na quinta-feira (24) pela seguradora de crédito Euler Hermes.

Há dez anos, os juros sobre a dívida representavam em média 6% dos orçamentos dos Estados, independentemente da sua riqueza.

Hoje, esse nível caiu para 4% para os países avançados, mas passou para 7,3% para os países emergentes e especialmente para 13,7% para os países mais pobres, calculou a Euler Hermes.

Isso ocorre também em um momento em que as dívidas públicas cresceram com a crise da covid-19.

A diferença entre as taxas de juros pagas pelos países avançados e pelos países pobres aumentou, passando de 7,4 a 9,5 pontos percentuais, segundo a seguradora de crédito, que analisou a situação de 61 países emergentes e de 40 países pobres.

Entre os 20 países cuja dívida é considerada de maior risco, Índia, Brasil e África do Sul "devem conseguir evitar a inadimplência porque, nos dois próximos anos, a maior parte das dívidas estará na posse de entidades nacionais e seu avanço pode ser controlado".

Já o Egito apresenta uma situação preocupante, com 39% de sua dívida pública registrada em moeda estrangeira e prazos de reembolso para 2021 e 2022 que chegam a 15% do Produto Interno Bruto (PIB), destaca a Euler Hermes.

África, Angola, Tunísia, Gana e Moçambique são considerados pela seguradora de crédito como "altamente vulneráveis", com uma dívida pública que supera 80% do PIB, um nível alarmante para os países em desenvolvimento.

A China desempenha agora um papel de liderança como credor de países emergentes e pobres, dos quais 33 - de um total de 101 - se endividaram com o gigante asiático por um valor superior a 5% de seu PIB, e a República do Congo (Brazzaville) detém o recorde, com 32%.

De forma geral, a Euler Hermes considera que "a comunidade internacional provavelmente intervirá para fornecer liquidez em caso de dificuldades, mas sem ser capaz de oferecer uma solução abrangente" para o endividamento dos países pobres e emergentes.

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