Custo da construção desacelera em 6 de 7 capitais

Seis capitais apresentaram desaceleração no Índice Nacional de Custos da Construção - Mercado (INCC-M) na passagem de outubro para novembro, informou nesta segunda-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice geral passou de 0,24% para 0,23% no período.

A maior variação de outubro para novembro foi verificada em Brasília, onde a taxa passou de alta de 0,32% para avanço de 0,07%. Também apresentaram variação de preços para baixo, no período, Salvador (de 0,14% para 0,13%), Belo Horizonte (de 0,28% para 0,18%), Rio de Janeiro (de 0,22% para 0,08%), Porto Alegre (de 0,28% para 0,11%) e São Paulo (de 0,20% para 0,13%). Em contrapartida, Recife passou de alta de 0,48% para avanço de 2,21%.

De acordo com a FGV, os itens que mais influenciaram negativamente o INCC-M de outubro para novembro foram vergalhões e arames de aço ao carbono (de 0,07% para -0,19%), gesso (0,11% para -0,28%), carreto para retirada de entulho (de 0,94% para -0,17%), pias, cubas e louças sanitárias (de 0,59% para -0,04%) e placas cerâmicas para revestimento (de 0,52% para -0,02%).

Por outro lado, os itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M foram ajudante especializado (de zero para 0,24%), servente (de zero para 0,28%) e engenheiro (de 0,09% para 0,43%). Embora tenham desacelerado, também foram itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M elevador (de 0,71% para 0,39%) e condutores elétricos (de 2,12% para 1,38%).

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