Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.282,67
    -781,69 (-0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.105,71
    -358,56 (-0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,95
    +0,65 (+0,89%)
     
  • OURO

    1.750,60
    +0,80 (+0,05%)
     
  • BTC-USD

    42.881,77
    -1.914,14 (-4,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.067,20
    -35,86 (-3,25%)
     
  • S&P500

    4.455,48
    +6,50 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.798,00
    +33,18 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.051,48
    -26,87 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.319,00
    +15,50 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2556
    +0,0306 (+0,49%)
     

Curativo criado a partir de açafrão protege contra bactérias e inflamação

·1 minuto de leitura

Cientistas da cidade de São Carlos, em São Paulo, acabam de publicar os resultados de estudos da criação de um novo curativo para a pele. O projeto consiste em um material cutâneo e multifuncional para feridas, desenvolvido através da nanotecnologia e biotecnologia.

Para chegar no resultado, os pesquisadores combinaram materiais biodegradáveis com curcumina, substância retirada do açafrão-da-terra que conta com propriedades medicinais, atividade bactericida, antioxidante e anti-inflamatória.

<em>Imagem: Divulgação/Paulo Chagas/Embrapa</em>
Imagem: Divulgação/Paulo Chagas/Embrapa

Os cientistas explicam que a aplicação da curcumina é limitada por contar com baixa solubilidade e por se degradar facilmente quando em contato com a luz. Então, para combater esses empecilhos, foi criado um nanomaterial produzido com base em membradas poliméricas bicamadas, que possuem fibras eletrofiadas de poliácido láctico, e por borracha natural.

O uso do curativo, em testes realizados em laboratório, evitou a entrada de bactérias no organismo por cerca de 10 dias, além de demonstrar uma forte ação contra a bactéria Staphylococcus aureus, encontrada em feridas na pele e que pode causar infecção. O produto não só reduz a contaminação por bactérias, mas também protege a lesão de ações externas, como a exposição à luz do sol. Os pesquisadores já fizeram o pedido de patente do curativo, que ainda precisa passar por mais estudos e testes para poder entrar no mercado.

Você pode conferir a pesquisa na revista científica Reactive & Functional Polymers.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos