Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.333,83
    -1.241,64 (-1,12%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    41.748,74
    +74,44 (+0,18%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,44
    -0,09 (-0,20%)
     
  • OURO

    1.783,50
    -4,60 (-0,26%)
     
  • BTC-USD

    19.322,17
    +970,72 (+5,29%)
     
  • CMC Crypto 200

    380,04
    +15,44 (+4,24%)
     
  • S&P500

    3.620,25
    -18,10 (-0,50%)
     
  • DOW JONES

    29.591,48
    -318,89 (-1,07%)
     
  • FTSE

    6.266,19
    -101,39 (-1,59%)
     
  • HANG SENG

    26.341,49
    -553,19 (-2,06%)
     
  • NIKKEI

    26.433,62
    -211,09 (-0,79%)
     
  • NASDAQ

    12.267,50
    +10,00 (+0,08%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3878
    +0,0132 (+0,21%)
     

Cuba reduz burocracia para incentivar investimentos estrangeiros

·1 minuto de leitura
Uma mulher caminha perto do Capitólio em Havana em 8 de setembro de 2020.
Uma mulher caminha perto do Capitólio em Havana em 8 de setembro de 2020.

As autoridades cubanas abriram oficialmente um "janela única" nesta terça-feira, uma iniciativa promovida pela União Europeia (UE) e as Nações Unidas para facilitar procedimentos e estimular o investimento estrangeiro na ilha. 

"A União Europeia existe para construir pontes, colaboração, não bloqueios ou ataques", disse Juan Garay, chefe de cooperação da UE para Cuba. 

A Vuinex é uma equipe de especialistas que facilita procedimentos e informações de forma rápida e gratuita a potenciais investidores estrangeiros, e trabalha em coordenação com as principais entidades cubanas relacionadas ao investimento estrangeiro.

Cuba exige um investimento anual de 5 bilhões de dólares, segundo especialistas oficiais, dos quais pelo menos 50% são estrangeiros. 

No entanto, o número real está bem abaixo dessa meta, pois os investidores estrangeiros muitas vezes se assustam com o risco de sanções devido ao bloqueio dos Estados Unidos e também pelos pesados obstáculos administrativos em Cuba, que o próprio governo reconheceu como "bloqueio interno". 

A ilha aprovou negócios com capital estrangeiro por 4,5 bilhões de dólares entre 2016 e 2018, e por 1,3 bilhão no primeiro semestre de 2019, a cifra mais recente publicada.

cb/ka/rsr/cc