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Crypto Weekend: 17 à 19 de setembro

·5 minuto de leitura

Criptoativos em pautas governamentais mundo à fora

Em meio ao avanço mundial do Bitcoin (BTC) em meio às pautas de diversas nações, foi a vez do Canadá indicar, de certa forma, uma sinalização positiva ao uso dos ativos na sexta-feira (17). Maxime Bernier, líder do Partido do Povo do Canadá e candidato à presidência pela instituição, declarou apoio aos criptoativos.

Crítico ferrenho das decisões econômicas tomadas pelo atual presidente, Justin Trudeau, Bernier publicou em seu Twitter que “odeia que os bancos centrais estejam destruindo o dinheiro e a economia”, vendo nas criptomoedas “possibilidades de combater esse cenário, merecendo serem encorajadas”

Nessa segunda-feira (20) ocorrem as eleições no país. Maxime Bernier é o quarto colocado nas intenções de voto e, coincidência ou não, demonstrou alta nas intenções de voto depois de seu comunicado.

Entretanto, a disputa deverá ser apertada realmente entre líder e vice-líder de intenções de voto, com Trudeau, do partido liberal, liderando a última pesquisa por somente 0.5% frente ao candidato do partido conservador, Erin O’Toole.

Já nos vizinhos Estados Unidos, as criptomoedas entraram na mira do governo de Joe Biden na pauta de combate ao combater cyber terrorismo.

De acordo com informações do Wall Street Journal, o governo americano está trabalhando para impedir que terroristas virtuais sejam pagos virtualmente, sobretudo nos casos de resgate de documentos e afins via ransonware (malware que ao adentrar um sistema de armazenamento ou rede, tem a capacidade de “sequestrar” arquivos com criptografia).

A ideia é enrijecer o rastreamento dos fundos de pagamentos feitos aos hackers, contando principalmente com os registros das blockchains. A força-tarefa emitirá também comunicados de possíveis multas e sanções às redes que colaborarem de alguma forma com as movimentações criminosas.

De acordo com o Departamento do Tesouro Americano, as novas regras devem sair na próxima semana e, apesar no foco do combate ao ransonware, deve vir acompanhada de outras medidas que coíbam outros possíveis crimes envolvendo transações de criptoativos, como por exemplo a lavagem de dinheiro.

E como era de se esperar, o Bitcoin em El Salvador segue dando o que falar. Na sexta, o grupo Cristosal, envolvido em causas humanitárias e promoção de transparência político-econômica, conseguiu junto ao tribunal de contas do país que as compras de Bitcoins e dos caixas eletrônicos adquiridos para que o câmbio de BTC para o dólar americano pudesse ser feito na rua sejam investigadas.

Segundo o pedido, auditorias seriam necessárias para averiguar as compras de Bitcoins feitas, além de revisões e explicações de como o governo financiou os caixas novos e com estão sendo feitas as transações nos aparelhos.

Mas mesmo em meio à pressão, o conselheiro legal da presidência, Javier Argueta, anunciou durante o fim de semana que não taxará investidores que lucrarem com Bitcoin em El Salvador, enquanto na manhã de hoje o próprio presidente Nayib Bukele confirmou a compra de mais 150 BTC’s para a nação salvadorenha aproveitando a baixa. Agora, o país possui 700 unidades, que no momento valem mais de US$ 30 milhões.

Segue a saga dos contratos inteligentes da Ada Cardano

Enquanto o mercado como um todo segue em baixa, a Ada Cardano (ADA) se mantém sob a lupa dos investidores. Isso porque apesar da relativa recuperação pós-queda de quase 11% ocorrida no dia 7 de setembro (outra situação que também teve impulso da queda do Bitcoin), com o estabelecimento da atualização “Alonzo” e seus contratos inteligentes, agora é preciso que o sistema responda a tempo.

Isso porque apesar da blockchain Cardano já estar próxima da marca de 2500 contratos inteligentes criados, seu sistema de time lock exige que uma data específica seja aguardada para que o contrato seja lançado. E fato é que até agora, só foram confirmados cerca de 200 das demandas.

A demora pode abrir espaços para dúvidas sobre a capacidade da rede em atender os contratos, corroborando para a queda de um dos ativos que mais chamaram a atenção em 2021, mas vem de desvalorização brusca desde a última semana. A queda da Ada Cardano chegou a bater 12% no período da manhã dessa segunda (20), sendo negociada abaixo dos US$ 2,10 em alguns momentos.

Bitcoin, Ethereum, China e incertezas dos investidores.

Assim como ocorreu com a enorme maioria dos ativos, o Ethereum (ETH) abre a semana em queda junto do Bitcoin. Com o recuo de US$ 200 bi no mercado de criptomoedas, quase 8,5% do montante total, investidores de ETH viram queda superior aos 9% já nessa segunda (20), se alocando na casa dos US$ 3.100, enquanto o Bitcoin flutua entre perdas de 5 à 6%, lutando para permanecer acima dos US$ 44 mil.

O recuo no mercado é creditado principalmente às situações da China. Para as criptomoedas, a potência asiática que já foi o maior campo de mineração do mundo, agora declara caça aos mineradores, tratando-os como “ilegais”. No meio off-chain, a preocupação dos chineses é com o grande risco de colapso da Evergrande, gigante incorporadora do setor imobiliário no país.

A empresa acumula dívidas que já ultrapassam os US$ 300 bilhões e de acordo com seus últimos relatórios, não está conseguindo encontrar compradores rapidamente para seus ativos e honrar os compromissos.

Enquanto o presidente Xi Jinping e sua frente de governo não estabelecem medidas para frear os impactos no setor que mais arrecada para o PIB chinês (passa de 25% a colaboração total do setor imobiliário), tanto o mercado de criptomoedas quanto as bolsas de valores mundo à fora recuam com a incerteza.

This article was originally posted on FX Empire

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