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Cruzeiro e Vasco fazem clássico na Série B pressionados pelo passado de glórias

·3 minuto de leitura

O passado de glórias de um time grande em baixa pode servir de norte no caminho de volta ao topo, mas também assombra. Jogadores de Cruzeiro e Vasco precisam lidar com a cobrança por um retorno à Série A que muitas vezes flerta com a violência por parte de torcedores. É nesse clima de pressão acima do tom que as duas equipes jogam esta noite, às 21h30, no Mineirão, pela Série B.

O começo dos dois é ruim, longe da zona de acesso à elite — os mineiros iniciam a rodada na zona de rebaixamento para a Terceirona. Falta muita Série B pela frente, mas paciência é o que cruzeirenses e vascaínos não têm no momento.

No Rio, carros de jogadores foram apedrejados e, na partida contra o CRB, uma torcida organizada usou um drone para ameaçar vascaínos de morte. O clube manifestou repúdio, mas não deixou claro se prestou queixa à delegacia no caso. Procurado, afirmou ter solicitado um aumento no efetivo de segurança nos dias de jogos à polícia e ter mudado os procedimentos de cuidado com jogadores e funcionários, sem entrar em maiores detalhes.

Em Belo Horizonte, os protestos são mais voltados para a diretoria da Raposa. No começo do mês, torcedores foram para a entrada do centro de treinamento reclamar da contratação do diretor de futebol Rodrigo Pestana. Posteriormente, o alvo da manifestação foi o presidente do clube, Sérgio Santos Rodrigues.

O clima nos clubes é pesado: em Belo Horizonte, salários atrasados de jogadores e funcionários afetam o dia dia e fizeram com que a diretoria pedisse nas redes sociais transferência em dinheiro de sua torcida para ajudar a quitar pendências.

O técnico Mozart foi contratado para substituir Felipe Conceição sem a aprovação de parte da torcida cruzeirense, que defendia a chegada de um nome mais experiente para comandar a equipe. O desempenho até agora, de uma vitória, um empate e uma derrota, ainda não convenceu na Raposa.

Já no Rio, os pagamentos estão normalizados, porém a falta de boas atuações da equipe treinada por Marcelo Cabo deixa o técnico na berlinda. Criou-se uma expectativa de favoritismo do Vasco nesta Série B que até agora não se confirmou. Ao menos a vitória sobre o CRB, na última rodada, aliviou um pouco a tensão.

Desfalques de lado a lado

O passado dos clubes ajuda a explicar os ânimos exaltados ainda neste início de Série B. Entre os principais vencedores do futebol brasileiro, Cruzeiro e Vasco compartilharam período vitorioso, de 1996 a 2000. Nestes cinco anos, conquistaram, somados, 14 títulos.

Foram disputados vários duelos em condições totalmente diferentes do desta noite: os mineiros eliminaram os cariocas nas oitavas de final da Copa do Brasil de 1996, quando foram campeões. Levaram o troco em 1998, quando o Vasco eliminou o Cruzeiro nas oitavas da Libertadores que terminaria com o título. Em 2000, o time da Colina levou a melhor na semifinal da Copa João Havelange.

Esta noite, as ambições são bem menores. O Cruzeiro não terá o zagueiro Weverton, expulso na derrota para o Operário. A aposta maior cai sobre os experientes Fábio, no gol,e Rafael Sobis, no ataque.

O Vasco deve repetir o esquema 4-4-2, que estreou na vitória sobre o CRB. Léo Matos, lesionado, Rômulo, com Covid-19, e Michel, poupado, são desfalques. Riquelme e Andrey devem ser titulares.

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