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Cruzeiro decide romper contrato com a Adidas

Uniformes serão comercializados a partir do dia 2 de janeiro (Divulgação)

Antes mesmo de qualquer peça ser comercializada, o Cruzeiro decidiu romper seu acordo com a Adidas nesta segunda (30). A decisão ainda não foi anunciada oficialmente, mas é tida como uma certeza dentro do clube, de acordo com o jornal Hoje em Dia.

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“Esse tipo de contrato é totalmente adverso ao Cruzeiro. Devemos romper hoje à tarde. Há um prazo que a gente tem de cumprir, mas tudo será explicado numa espécie de portal de notícias que vamos criar no site oficial”, disse Saulo Fróes, presidente do núcleo que faz a transição entre as administrações do clube.

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Mesmo com a rescisão, o Cruzeiro começará 2020 atuando com peças fornecidas pela Adidas, já que o clube tem um prazo de 90 dias a cumprir e não acredita que exista tempo hábil para fabricar novas peças.

A partir do dia 2 de janeiro, os torcedores poderão comprar as peças que já foram produzidas e encaminhadas aos lojistas de Belo Horizonte que fizeram encomendas no último ano, incluindo as lojas oficiais do clube.

Os problemas do contrato

Na manhã desta segunda, Victor Martins revelou em seu blog no Yahoo Esportes que o Cruzeiro pagaria por todas as peças que usaria da Adidas. Para suprir a demanda de todas as suas equipes, incluindo treinos, concentração, jogos e viagens, o clube teria que gastar entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões em material. 

Além do valor que o Cruzeiro teria que desembolsar pelas peças, o acordo não renderia nenhum valor fixo ao clube, diferentemente do contrato com a Umbro, que garantia R$ 6 milhões por ano.

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