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Cruzeiro calcula economia de R$ 30 milhões com demissões

Elenco do Cruzeiro ainda precisa de redução superior a R$ 12 milhões por mês (Vinnicius Silva/Cruzeiro)

Cerca de cem funcionários já foram demitidos pelo Cruzeiro desde o começo do ano. E, nas contas do próprio clube, as dispensas vão garantir aproximadamente R$ 30 milhões de economia somente em 2020 - são R$ 2,5 milhões a menos de custos por mês.

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Os cortes atingiram praticamente todas as áreas. Havia, por exemplo, cerca de 40 conselheiros do Cruzeiro ou parentes que trabalhavam para o clube e foram mandados embora. Sem contar no diretor de festa, no diretor de gastronomia, entre outros cargos absolutamente esquisitos.

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De acordo com Vittorio Medioli, ex-CEO do Cruzeiro, eram 533 funcionários, que obrigavam o clube a desembolsar R$ 4,5 milhões mensalmente. O ideal, também para Medioli, seria não gastar mais do que R$ 1,5 milhão. Hoje, a Raposa baixou de R$ 4,5 milhões para R$ 2 milhões.

O outro passo importante é reduzir de forma drástica os custos com o departamento de futebol. Egídio, Henrique, Fabrício Bruno e Digão saíram, mas ainda restam muitos outros. Vários deles com salários acima de R$ 600 mil, como Rodriguinho, Fred, Thiago Neves, Dedé, Robinho...

A folha salarial do Cruzeiro no ano passado foi de R$ 16 milhões mensais. Nas contas de Medioli, o clube não tem condição de pagar mais do que R$ 3 milhões - até por isso, criou-se um teto salarial de R$ 150 mil mensais. Fred, por exemplo, ganha R$ 1,2 milhão por mês.

Sem dinheiro em caixa, os sonhos cruzeirenses são discretos: Jean, Guerra e Angulo do Palmeiras, Trellez e Everton Felipe do São Paulo... Destes, só Trellez está descartado, depois de se recusar a jogar a Série B.

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