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Perto de voltar ao futebol, Cristian vibra com início do filho no Corinthians

Cristian ao lado do filho que joga futsal no Corinthians (arquivo pessoal)

Enquanto negocia o seu retorno ao futebol, Cristian curte o início de carreira do filho Cristian Júnior, no Corinthians. O menino participou da conquista do Campeonato Paulista A-1 sub-12, no último domingo, sobre o São Paulo, e o volante não escondeu a sua empolgação de ver o menino dando os seus primeiros passos em um clube que ele tem muito carinho.

- Esse lado está sendo uma novidade para mim porque eu sofro e jogo junto. Ele está no salão e no campo também. Existem as dificuldades de, nem sempre, ir aos jogos. Mas Graças a Deus o ano dele está sendo muito bom. O final do ano promete ser vitorioso para ele, com a a camisa do Corinthians. É gratificante ver o seu filho jogar em um clube que você tem muito carinho e realmente gosta. Isso é muito bom.

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O último clube de Cristian foi o São Caetano, onde disputou a última edição do Campeonato Paulista. O Azulão fez uma boa campanha na competição, sendo eliminado pelo São Paulo, nas quartas de final.

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Aos 36 anos, o jogador revelou que vem negociando com algumas equipes para a próxima temporada e garantiu que voltará as gramados motivado, sempre em busca de uma constante evolução técnica.

- A minha expectativa para o próximo ano é estar bem comigo mesmo para sempre estar evoluindo para fazer o que melhor sei fazer, que é jogar futebol. Tenho algumas propostas e estuando outras situações para ver o que é melhor para mim e para a minha família.

Confira outros trechos da entrevista:

Com uma carreira recheada de títulos e passagens por grandes clubes do futebol, qual a motivação que você tem para seguir jogando futebol?

- A motivação para continuar jogando é a busca para conquistar algo importante. Quando não existe essa motivação, o desejo de novas conquistas, é preciso parar. Todos os jogadores têm o prazer de entrar em campo. Se você não tem o prazer de continuar jogando e fazer o que mais ama, é preciso parar e pensar no que é o melhor para a sua vida.

Cristian em campo contra o Corinthians no Paulistão de 2019 (divulgação São Caetano)

Alguma mágoa da sua última passagem pelo Corinthians?

- Eu nunca tive mágoa do Corinthians. Pelo contrário, eu tenho respeito, admiração e gosto muito do Corinthians. Hoje o meu filho joga no Corinthians, a minha filha faz natação no Corinthians. Qual o motivo para eu ter mágoa do Corinthians? O Corinthians é maior que todos. Sempre terei respeito e carinho pelo clube.

A Libertadores de 2017 foi o último título de sua carreira. Quais as lembranças da sua passagem pelo Grêmio e como foi trabalhar com Renato Gaúcho?

- Eu tenho uma gratidão eterna pelo Renato Gaúcho. Eu estava passando por um momento complicado e ele abriu as portas para mim. Consegui encerrar o ano com um título. O Renato é o treinador que todo o jogador gostaria de trabalhar. É um cara que já jogou e entende muito a língua do jogador. Na hora de ser duro ele é, na hora de brincar ele brinca. Então, ele consegue motivar os jogadores como eu nunca vi um treinador fazer. Ele está entre os melhor, junto com Mano Menezes, Tite e Vanderlei Luxemburgo.

Quando você passou pelo Flamengo, entre 2007 e 2008, a situação do clube era totalmente diferente da atual. Você chegou a imaginar que, em uma década, o clube poderia evoluir tanto na parte estrutural e financeira?

- O meu período no Flamengo foi um dos meus melhores como jogador de futebol. Vivi coisas que eu nunca pensei viver. Éramos muito felizes, mesmo com uma estrutura simples.  E o Flamengo precisava disso. Assim como o Corinthians, se estruturou, fez um centro de treinamento e ganhou tudo. De uma forma geral, os clubes brasileiros precisam todos oferecer uma boa estrutura de trabalho aos jogadores, como Flamengo está fazendo. Todos têm a ganhar. 

Grande parte dos jogadores que passaram pelo futebol turco exalta a paixão dos torcedores e fala com carinho do período. Você teria vontade de voltar a jogar no Fenerbahçe?

- Eu tenho um carinho muito grande e sou suspeito a falar do Fenerbahçe. Até hoje tenho contato com o clube, falo com tudo mundo. Converso com o presidente, sempre que possível. Tenho um enorme carinho pelos torcedores. Se eu te falar que não tenho o desejo de, pelo menos, jogar mais uma vez com a camisa do Fenerbahçe, eu vou estar mentindo. Para mim, seria um sonho vestir a camisa do Fenerbahçe mais uma vez. Nem que seja para encerrar com chave de ouro na Turquia, fazendo um jogo. Para mim, seria fechar com chave de ouro.

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