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Crise de construtoras da China volta a pesar sobre minério

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O preço do minério de ferro caiu para o menor nível em 18 meses, e outros metais também recuavam diante da preocupação de investidores com a crise do mercado imobiliário da China.

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Uma onda de vendas de títulos atinge incorporadoras imobiliárias da China enquanto o governo de Pequim continua a pressionar o setor, mergulhado em dívidas. Na segunda-feira, o Federal Reserve alertou que a turbulência no setor imobiliário chinês pode impactar os mercados financeiros e afetar o crescimento global.

A atividade de construção na China encolhe em meio à repressão do governo e cautela de compradores de imóveis sobre as próximas medidas. Embora a incorporadora China Evergrande tenha dominado a atenção de investidores, a ameaça mais generalizada para as commodities é o fim de décadas de expansão de construtoras que impulsionou a demanda.

“Vemos riscos crescentes para o mercado imobiliário chinês e, portanto, para a demanda de minério de ferro no setor de construção, devido às dificuldades financeiras da Evergrande”, escreveu a Fitch Solutions em nota por e-mail. Outras regulamentações para o crédito e gastos de governo locais “amortecerão as perspectivas para a demanda da construção e metais nos próximos 3 a 5 anos”, disse o relatório.

O minério de ferro perdeu mais da metade do valor desde uma máxima em maio deste ano, em reação à queda da demanda por aço na China devido a uma série de restrições de produção e emissões. Os estoques portuários da matéria-prima têm crescido, enquanto no mês passado as importações do país caíram para o menor nível desde julho.

Os contratos futuros caíam 1,6%, para US$ 90,65 a tonelada às 16h44 de Singapura, a menor cotação desde meados de maio do ano passado. O insumo siderúrgico fechou em queda de 1,7% na Bolsa de Dalian, enquanto o vergalhão de aço e a bobina laminada a quente recuaram em Xangai.

O alumínio perdia 0,9% após mais sinais de alívio da escassez de energia na China. Os preços do carvão perdem terreno. A commodity foi uma das principais responsáveis pela máxima em 13 anos do alumínio no mês passado. Cobre e níquel mostravam pouca variação.

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