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Crise alimentar volta a preocupar com fim de acordo do Mar Negro

(Bloomberg) -- O mercado se prepara para uma nova disparada nos preços de grãos depois que a Rússia se retirou do acordo que permitia que safras da Ucrânia fossem embarcadas do Mar Negro para os países mais necessitados.

A decisão repentina da Rússia levou líderes a tentar salvar o acordo mediado pela ONU e pela Turquia, creditado por salvar populações vulneráveis do risco de fome.

O pacto alcançado em julho ajudou a conter a alta do trigo, que atingiu cotações recordes após a invasão da Ucrânia pela Rússia no final de fevereiro. O último revés comercial ameaça piorar a inflação já severa e aprofundar uma crise global de alimentos. Na segunda-feira, os futuros de trigo saltaram até 7,7% em Chicago.

O acordo de passagem segura já estava previsto para expirar em meados de novembro, se nenhum acordo fosse alcançado para estendê-lo.

No fim de semana, a Turquia e as Nações Unidas trabalharam para salvar o acordo, mesmo após a Rússia dizer que os próximos passos só poderiam ser determinados após uma investigação completa sobre um ataque à sua frota naval. As duas partes, junto à Ucrânia, concordaram em deixar navios que transportavam alimentos dos portos ucranianos circular na segunda-feira, em um desafio a Moscou que deve atenuar o impacto da retirada da Rússia do acordo.

Os futuros de safras não devem subir tão dramaticamente quanto em março, em parte porque já se sabe que a Ucrânia ficará muito aquém de seu potencial de produção total este ano.

“Outros produtores se ajustaram”, disse David Laborde, do International Food Policy Research Institute, em Washington.

Até sexta-feira, os futuros de trigo em Chicago caiam, em parte devido menores preocupações com a oferta.

Tradicionalmente, o mundo contava com a região do Mar Negro para mais de um quarto das exportações anuais de trigo e cevada, cerca de um quinto de dos carregamentos de milho e a maior parte dos embarques de óleo de girassol.

--Com a colaboração de Agnieszka de Sousa, Megan Durisin e Michael Hirtzer.

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