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Criptomoedas viram alternativas de arrecadação para o futebol no pós-pandemia

·3 minuto de leitura

Caos econômico instaurado

Depois do ocorrido na maior liga de basquete do planeta, foi a vez do impacto ser sentido em outro mercado multimilionário: o do futebol.

A União das Federações Europeias de Futebol (UEFA) suspendeu seus jogos indeterminadamente no dia 13 do mesmo mês, logo após a realização das oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa. Dois dias depois, foi a vez com da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) parar com suas atividades que, por aqui, estavam no início da temporada nacional.

De lá para cá, muitos aspectos já evoluíram, sendo possível dizer que o futebol brasileiro está mais próximo do que tínhamos como normal. Com a vacinação avançando graduadamente, é bem provável que em pouco tempo (quando comparado com o período de duração da pandemia), veremos estádios cheios mais uma vez.

Entretanto, apesar do momento de otimismo, há muito mais do que tempo perdido a ser recuperado. As operações destes dois gigantescos mercados foram comprometidas em valores astronômicos.

A estimativa feita pela própria UEFA é de que o impacto das duas temporadas mais afetadas pela pandemia (2018/2019 e 2019/2020) fez os clubes perderem mais de 9 bilhões ou, se preferir, R$ 55,8 milhões.

No caso dos clubes brasileiros, estudos da Sports Value, empresa especializada em marketing e economia esportiva, apontam que o rombo foi de R$ 1 bilhão somente no ano de 2020. Com esse déficit, a dívida acumulada dos times das principais divisões nacionais rompeu a barreira dos R$ 10 bilhões pela primeira vez na história.

FTO’s entram em campo

Mas tanto dentro, quanto fora do Brasil, os criptoativos aparecem como alternativa tanto para ajudar a sanar os problemas financeiros recentes, quanto para dar uma possibilidade de arrecadação que tenha grande potencial.

Já nessa temporada, patrocinadores tradicionais vêm perdendo espaço considerável para a alternativa. Gigantes como Barcelona, PSG, Juventus e Milan já destacam a parceria com a Socios.com, responsável pelos FTOs (Fan Tokens Offering) que vêm revolucionando o mercado junto à blockchain Chiliz.

Estes tokens permitem com que torcedores colaborem financeiramente com o clube ao adquirir as moedas e, além de poderem também lucrar em caso de valorização, a ideia é de que os detentores dos tokens tenham acesso à recompensas, acessos e promoções exclusivas do seu time de coração.

A medida já é sucesso e já deu bons impulsos no caixa dos clubes que escolheram acreditar nas criptomoedas. Os grandes clubes citados anteriormente como exemplos arrecadaram em média U$ 1.5 milhão em menos de uma hora de venda, esgotando seus primeiros lotes de tokens disponíveis pouco depois.

Aqui no Brasil, Atlético Mineiro e Corinthians já realizaram vendas de seus primeiros lotes, com ambas sendo bem-sucedidas. Em agosto, o “Galo” vendeu 850 mil unidades de seus tokens à U$ 2 em valor inicial e arrecadou mais de R$ 4 milhões. Por sua vez, em 2 de setembro o “Timão” optou por vender seu ativo à € 2 e faturou R$ 8,7 milhões para os cofres alvinegros. O sucesso foi tanto que houve reabertura de negociação feita na manhã dessa quinta-feira (9).

E com isso, o mercado de criptoativos vai conquistando um espaço importante não só de oportunidades financeiras, mas até de aproximação da sociedade. Ainda sob olhares desconfiados e oposições de governos internacionais, a aproximação da “Massa atleticana” e do “Bando de loucos” com essa realidade pode ser de grande apoio para a popularização das moedas no Brasil.

Agora, resta aos torcedores-investidores se prepararem para novas oportunidades. Ao que tudo indica, a próxima ação envolverá a maior torcida do Brasil. O Flamengo já fechou contrato de patrocínio com a Socio.com enquanto ajusta data e valor de seu primeiro lote de tokens e projeta lucro de R$ 144 milhões durante os 5 anos estipulados de parceria.

This article was originally posted on FX Empire

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