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Criptomoeda Ômicron cresce 900% após variante de Covid-19

·2 min de leitura
Reflexo em óculos
Apesar do nome, a criptomoeda não tem nenhum tipo de relação com a nova linhagem do vírus

(Getty Images)

  • Criptomoeda Ômicron cresce 900% em três dias

  • Ativo tem o mesmo nome da nova variante de Covid-19

  • Valor mais alto atingido foi de R$ 3,9 mil

A criptomoeda Ômicron, batizada com o mesmo nome da nova variante da Covid-19, parece ter se beneficiado com o destaque que a palavra tem obtido nos últimos dias. Em apenas três dias, seu valor teve uma alta de 900%.

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Criada em oito de novembro, antes da descoberta da cepa do vírus, a criptomoeda é listada exclusivamente na bolsa asiática SushiSwap. De acordo com as informações da CoinGecko, até a madrugada do dia 26, o ativo estava sendo negociado por US$ 70 (R$393), mas dois dias depois atingiu o valor de US$ 711 (R$ 3,9 mil). Nesta segunda-feira (29), a moeda enfrentou uma queda e passou a operar em US$ 371 (R$ 2,08 mil).

Apesar do nome, a criptomoeda não tem nenhum tipo de relação com a nova linhagem do vírus, nomeada de Ômicron pela OMS (Organização Mundial da Saúde) na última sexta-feira (26). O nome faz referência a uma letra grega, assim como alpha, beta e gamma.

Combate à variante

A Pfizer já está desenvolvendo uma nova versão da vacina contra a covid-19, desta vez, focada no combate à Ômicron, variante que preocupa o mundo. Caso o imunizante seja repaginado, o Brasil tem a garantia de que a nova versão será enviada ao país. A informação foi revelada pela presidente da Pfizer no Brasil, Marta Díez, em entrevista à Folha de S. Paulo.

Na última segunda-feira (29), o Ministério da Saúde firmou um novo acordo com a farmacêutica para a compra de mais 100 milhões de doses para 2022, com a opção de adicionar mais 50 milhões de doses. O documento prevê que o Brasil receba novas versões da vacina, adaptadas a variantes.

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