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Criminoso usava rede de 100 mil aparelhos em ataques de negação de serviço

·2 minuto de leitura

O operador de uma rede de botnet foi preso nesta segunda-feira (11) na Ucrânia, acusado de gerenciar uma rede com mais de 100 mil dispositivos comprometidos. O sistema era utilizado, principalmente, na realização de ataques de negação de serviço, cujos alvos eram indicados por terceiros, clientes do acusado, a partir de ofertas de seus serviços em fóruns voltados ao cibercrime ou grupos com essa finalidade na plataforma Telegram.

O indivíduo, cujo nome e idade não foram revelados, foi preso em casa na cidade de Ivano-Frankivsk, a cerca de 500 quilômetros da capital, Kiev. Na residência, a polícia também aprendeu computadores e outros dispositivos que eram usados para operar a rede, que também foi desligada pelas autoridades. Além de ataques DDoS, o acusado também utilizaria os dispositivos em outras atividades cibercriminosas, como a quebra de senhas a partir de força-bruta ou a distribuição de spam a partir de contas falsas usadas nos aparelhos comprometidos.

Pesa sobre o suspeito, ainda, a acusação de utilizar tais tecnologias para realizar testes de penetração, localizando falhas em serviços remotos ou encontrando brechas de configuração, também, para vender serviços cibercriminosos a terceiros. Em todos os casos, o pagamento era realizado por meio de canais digitais, com o uso de um deles, o Webmoney, tendo sido o responsável pela localização do indivíduo.

<em>Operação da polícia ucraniana levou ao desligamento de uma rede de botnet com mais de 100 mil dispositivos, depois que cibercriminoso usou endereço real para receber pagamentos relacionados a ataques (Imagem: Divulgação/SSU)</em>
Operação da polícia ucraniana levou ao desligamento de uma rede de botnet com mais de 100 mil dispositivos, depois que cibercriminoso usou endereço real para receber pagamentos relacionados a ataques (Imagem: Divulgação/SSU)

De acordo com a polícia, apesar da alta sofisticação dos crimes, o acusado tinha contas registradas em seu próprio nome para receber o dinheiro. Foi a partir da plataforma citada, cuja utilização é proibida em território ucraniano, que as autoridades foram capazes de localizar seu endereço, realizando a operação que desbaratinou a rede de botnets e impediu a realização de novos ataques a partir da infraestrutura montada por ele.

Agora, o suspeito deve ser processado de acordo com o código criminal da Ucrânia por crimes como a distribuição de software malicioso ou interferência em redes e dispositivos remotos. De acordo com as autoridades do país, ele pode ser condenado a múltiplos anos de prisão, ainda que uma pena prevista não possa ser revelada antes da análise completa do material apreendido e do escopo dos ataques realizados pelo acusado.

Fonte: Canaltech

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