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Criação de vagas de trabalho nos EUA desacelera com força em setembro; taxa de desemprego cai para 4,8%

·2 minuto de leitura
Cartaz anunciando contratação em Nova York

Por Lucia Mutikani

WASHINGTON (Reuters) - A criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos aumentou bem menos do que o esperado em setembro, em meio ao fechamento de postos no setor público, mas as contratações podem aumentar nos próximos meses, conforme as infecções por Covid-19 diminuem e as pessoas voltam a procurar trabalho.

O Departamento do Trabalho informou em seu relatório de empregos nesta sexta-feira que foram criados 194 mil postos de trabalho fora do setor agrícola no mês passado. Os dados de agosto foram revisados para mostrar criação de 366 mil vagas, em vez das 235 mil relatadas anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters esperavam abertura de 500 mil vagas. As estimativas variaram de 700 mil a 250 mil postos de trabalho.

A taxa de desemprego recuou para 4,8%, ante 5,2% em agosto.

O ganho modesto de empregos pode arrefecer as expectativas de uma rápida aceleração do crescimento econômico após uma desaceleração aparentemente acentuada no terceiro trimestre. O mercado de trabalho e a economia norte-americana continuam limitados pela escassez de mão de obra e de matéria-prima causada pela pandemia.

O relatório de emprego de setembro é o único disponível antes da reunião de política monetária do Federal Reserve que acontece nos dias 2 e 3 de novembro. O banco central dos EUA sinalizou no mês passado que poderia começar a reduzir sua compra mensal de títulos já em novembro.

O chair do Fed, Jerome Powell, disse a repórteres que "seria necessário um relatório de emprego razoavelmente bom" para atingir o objetivo do banco central para redução de seu enorme esquema de compra de títulos.

Nos próximos meses, há um otimismo cauteloso de que a escassez de mão de obra possa diminuir, após os benefícios oferecidos pelo governo federal terem acabado em setembro. Empresários e republicanos responsabilizaram os benefícios ampliados a desempregados pela falta de trabalhadores.

Havia um recorde de 10,9 milhões de vagas de emprego no final de julho. Mas muitos desempregados aparentemente guardaram parte do dinheiro do governo e, portanto, não estão com pressa para começar a procurar trabalho.

(Por Lucia Mutikani)

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