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Criação de vagas no setor privado dos EUA cresce com força em outubro, aponta ADP

·2 min de leitura
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WASHINGTON (Reuters) - A criação de vagas de trabalho no setor privado dos Estados Unidos se manteve forte em outubro, embora a escassez de trabalhadores tenha persistido.

Foram criados 571 mil postos de trabalho no setor privado no mês passado, mostrou nesta quarta-feira o Relatório Nacional de Emprego da ADP. Os dados de setembro foram revisados para baixo para mostrar 523 mil vagas criadas, em vez das 568 mil inicialmente relatadas.

Economistas consultados pela Reuters previam a abertura de 400 mil novos postos de trabalho.

O relatório da ADP é desenvolvido em conjunto com a Moody's Analytics e é publicado antes do dado de emprego mais abrangente do Departamento de Trabalho de outubro, que será divulgado na sexta-feira. No entanto, ele tem um histórico ruim de previsão da criação de vagas no setor privado no relatório da agência de estatísticas de trabalho (BLS, na sigla em inglês), devido a diferenças de metodologia.

Economistas esperam que as contratações tenham acelerado em outubro, embora a persistente escassez de trabalhadores continue sendo um desafio. Ao final de agosto, havia 10,4 milhões de vagas abertas.

Os indicadores do mercado de trabalho melhoraram em outubro, uma vez que a onda de infecções por Covid-19 no verão (do Hemisfério Norte), impulsionada pela variante Delta, diminuiu significativamente.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram para menos de 300 mil pela primeira vez desde que a pandemia do coronavírus atingiu os Estados Unidos, há cerca de 20 meses.

De acordo com uma pesquisa da Reuters com economistas, devem ter sido criados 400 mil postos de trabalho no setor privado em outubro. Com a previsão de que as contratações pelo governo teriam se recuperado em 50 mil, isso levaria a uma criação de 450 mil vagas.

A economia criou 194 mil empregos em setembro, o menor número em nove meses. A oferta de trabalho permaneceu apertada, apesar do término dos benefícios a desempregados financiados pelo governo federal, que empresas e republicanos argumentavam ser um desincentivo para os desempregados procurarem trabalho.

(Por Lucia Mutikani)

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