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Criação de empregos nos Estados Unidos abaixo das expectativas.

·2 minuto de leitura

O desemprego dos Estados Unidos, em agosto, ficou em 5,2%, redução de 0,2%. Contudo, a queda na criação de novos empregos nos Estados Unidos desperta o receio por parte dos investidores. Será que existe fôlego para continuar o crescimento e a expansão econômica?

Há motivos para preocupações?

Por mais que haja uma redução na quantidade de novos empregos criados, o desemprego nos Estados Unidos está próximo do “pleno emprego”.

O pleno emprego é um termo utilizado para denominar situação, onde um país consegue gerar emprego a todos os seus habitantes.

Mesmo havendo pessoas desempregadas, existe uma rotatividade e tal, consegue dar possibilidade para aqueles que não estão empregados, conseguir uma nova vaga em pouco tempo.

Quando a taxa de desemprego vai diminuindo, é cada vez mais difícil conseguir emplacar um volume alto de novas vagas, uma vez que há menos pessoas para serem empregadas, e nem todas são compatíveis às necessidades do mercado de trabalho, por exemplo.

Observando tudo isso, é natural que haja volatilidade na criação de novos empregos. Seria estranho ver um aumento no desemprego. Caso isso ocorra, é preciso ficar atento a uma eventual, nova crise ou problemas do gênero.

Oportunidades no S&P 500

Quando notícias “ruins” são divulgadas a respeito da economia norte-americana é natural que haja volatilidade nas bolsas, principalmente nos Estados Unidos.

Essa volatilidade pode gerar perdas nos mercados, principalmente nos índices, como é o caso do S&P 500.

O S&P 500 é um dos principais índices dos Estados Unidos. Tal índice conta com a presença das 500 maiores companhias norte-americanas.

O investimento em tal índice pode ser feito de diversas formas, tanto através de fundos de investimento, quanto pelos ETF (fundos de índices negociados em bolsa de valores).

Na sexta-feira, dia da divulgação dos dados referentes a criação de empregos referentes a agosto, o S&P 500 registrou queda de 0,27%, sendo que só em 2021, o índice vem se valorizando em mais de 22%.

Vale destacar que o mercado norte-americano é um dos mais pujantes do mundo, sendo a maior economia do planeta.

Mesmo ameaçados pela China, os Estados Unidos ainda possuem protagonismo mundial e contam com uma economia e moeda forte.

Ao considerar tais pontos, fica nítido a necessidade de manter alguma posição relacionada aos Estados Unidos na carteira de investimentos.

Contar com uma posição “dolarizada” pode ajudar na redução da volatilidade da carteira, em caso de solavancos do mercado e até na hora de alcançar ganhos, uma vez que desde o ano passado, o S&P 500 já vem se valorizando em mais de 39%.

This article was originally posted on FX Empire

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