Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.672,26
    +591,96 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.741,50
    +1.083,60 (+2,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,06
    -0,56 (-0,52%)
     
  • OURO

    1.828,10
    -2,20 (-0,12%)
     
  • BTC-USD

    21.305,72
    +113,40 (+0,54%)
     
  • CMC Crypto 200

    462,12
    +8,22 (+1,81%)
     
  • S&P500

    3.911,74
    +116,01 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    31.500,68
    +823,28 (+2,68%)
     
  • FTSE

    7.208,81
    +188,36 (+2,68%)
     
  • HANG SENG

    21.719,06
    +445,16 (+2,09%)
     
  • NIKKEI

    26.491,97
    +320,77 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    12.132,75
    -7,75 (-0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5524
    +0,0407 (+0,74%)
     

Crescimento econômico da França deve mostrar resiliência à medida que inflação sobe, diz agência

Feira em Paris

PARIS (Reuters) - A economia francesa manterá uma taxa de crescimento estável até o final de 2022, embora a inflação deva subir ainda mais para quase 7%, previu a agência de estatísticas Insee nesta sexta-feira.

Depois de encolher 0,2% no primeiro trimestre em relação aos três meses anteriores, a economia do país deve crescer 0,2% no segundo trimestre e 0,3% nos dois trimestres seguintes, disse a Insee em suas perspectivas econômicas.

Para todo o ano de 2022, a segunda maior economia da zona do euro deve registrar crescimento de 2,3%, impulsionada em grande parte pelos gastos do consumidor, com o setor de serviços sendo beneficiado pelo retorno a condições mais normais no setor de transportes.

Enquanto isso, a inflação deve acelerar ante o ritmo de 5,2% registrado nos 12 meses até maio para se estabilizar em torno de 6,5%-7% no resto do ano, atingindo níveis não vistos na França desde 1984.

As pressões de preços podem passar de energia, que tem impulsionado o aumento até agora, para alimentos e produtos manufaturados, bem como serviços, disse a agência.

Ela estimou que a inflação será dois pontos percentuais mais alta sem medidas governamentais para conter as pressões sobre os preços, incluindo um teto para os custos do gás e da eletricidade e desconto nos preços dos combustíveis.

O mercado de trabalho deve continuar forte com a criação de 200 mil novos empregos prevista para o curso do ano, reduzindo a taxa de desemprego de 7,3% no primeiro trimestre para 7,0% no final de 2022 --o nível mais baixo desde o início de 1982.

(Por Leigh Thomas)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos