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Crescem roubos de dados via Whatsapp e links falsos; veja como se previnir

·2 minuto de leitura
  • No ano passado, no Brasil foram contabilizados 44,1 milhões de bloqueios de phishing;

  • "Golpistas" têm se aproveitado das dificuldades geradas pela logística na pandemia, como as entregas;

  • O ataque também ocorre via WhatsApp, onde o usuário recebe mensagens solicitando pequenas quantias em troca de prêmios.

Um levantamento da Kaspersky, empresa internacional de segurança e privacidade digital, mostrou que a maioria dos hackeamentos de dados vem acontecendo por envio de links maliciosos - principalmente de e-mails falsos e spam: Somente entre abril e junho deste ano, foram barrados 8,3 milhões de tentativas de roubo de dados a partir destes envios. 

No ano passado, no Brasil foram contabilizados 44,1 milhões de bloqueios de phishing, de acordo com empresa de segurança. Os "golpistas" têm se aproveitado das dificuldades geradas pela logística na pandemia, como as entregas, que acabam demorando mais que o normal. Assim, o usuário fica mais 'tentado' a abrir links de phishing presentes nos e-mails. 

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Após notificação de pedidos de dinheiro para diferentes fins, desde tarifas e custos adicionais de envio, as vítimas são levadas para um site falso, onde correm o risco não só de perder dinheiro e partilhar dados de cartão de crédito.

O ataque hacker também ocorre via WhatsApp, onde o usuário recebe mensagens solicitando pequenas quantias. Este tipo de fraude envolvia vários esquemas diferentes, como pedidos para que os utilizadores abordassem vários contatos por meio da plataforma de mensagens para concorrer a um prêmio, mediante pagamento de pequenos valores.

Além disso, os cibercriminosos criaram sites falsos convidando os internautas para grupos na plataforma de mensagens. No entanto, ao clicar no link para sala, a potencial vítima entra em uma página de login falsa e arrisca-se a compartilhar seus dados pessoais. 

Não clique em links com irregularidades

Entre as dicas, especialistas Kaspersky recomendam que usuários verifiquem os inks antes de clicar. "Para isso, passe o mouse sobre ele para visualizar o URL, e procure por erros ortográficos ou outras irregularidades", orientam. 

Também é melhor não clicar nos links dos e-mails. Em vez disso, recomenda-se abrir uma nova guia ou janela e inserir manualmente o URL do seu banco ou outro destino.

As informações são do Jornal O Dia.

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