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Credit Suisse vê desaceleração de gestão de patrimônio no 3º tri

Marion Halftermeyer
·2 minutos de leitura

(Bloomberg) -- O diretor-presidente do Credit Suisse, Thomas Gottstein, projeta desaceleração na unidade de gestão de patrimônio no terceiro trimestre, embora a receita e trading devam acompanhar o ritmo do início do ano.

Durante conferência virtual do Bank of America, o CEO disse que espera que a consolidação bancária se intensifique, mas advertiu que acordos internacionais continuam complexos. O Credit Suisse é um possível alvo para uma fusão com o UBS, informou a Bloomberg anteriormente.

“As fusões transfronteiriças ou mesmo fusões dentro do mercado são mais complicadas do que costumavam ser se pensamos na adversidade geral contra os ‘grandes demais para quebrar’ e todas as aprovações regulatórias necessárias”, disse.

As fusões e aquisições no setor bancário da Europa mostram sinais de recuperação, e executivos do alto escalão têm discutido quais acordos poderiam ir em frente. O presidente do conselho do UBS, Axel Weber, elaborou uma lista de possíveis parceiros para um potencial acordo, que também inclui Deutsche Bank e BNP Paribas, segundo reportagem da Bloomberg.

Gottstein disse que o Credit Suisse “não tem um problema de escala em gestão de patrimônio”. O banco planeja expandir a operação de gestão de patrimônio onshore na China, dobrando o número de gestores de relacionamento à medida que o país abre seus mercados financeiros, disse.

“O banco de investimento atualmente está no caminho de um dígito médio, e as vendas e trading acompanham o ritmo dos anos anteriores”, disse, embora empresas possam enfrentar problemas cambiais devido às oscilações do dólar.

O índice de capital do banco deve permanecer no mesmo nível do segundo trimestre, e o CEO disse estar confiante de que a estimativa de médio prazo de 10% a 12% de retorno sobre a meta de patrimônio líquido tangível será alcançada.

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