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Credit Suisse tenta amenizar temores sobre possível falência

Banco anunciou que sua parte de investimentos passaria por reformulação e que deixaria de lado alguns negócios para se tornar uma instituição menos sujeita a riscos (Getty Creative)
Banco anunciou que sua parte de investimentos passaria por reformulação e que deixaria de lado alguns negócios para se tornar uma instituição menos sujeita a riscos (Getty Creative)
  • Credit Suisse promoveu contato com investidores e clientes por conta dos rumores de falência;

  • Alerta veio após as ações do banco caírem 21% no último mês;

  • Banco suíço vem enfrentando uma série de problemas desde o início de 2022.

Para tentar afastar os rumores de que sua saúde financeira não anda nada bem e que uma falência pode ser decretada a qualquer momento, o Credit Suisse produziu um memorando e promoveu uma rodada de telefonemas para investidores e clientes no último fim de semana. As informações são do Estadão Conteúdo.

De acordo com a reportagem, o alerta veio após "as ações do banco caírem 21% no último mês e os spreads de seus credit-default swaps, um tipo de seguro contra inadimplência, subirem para seu nível mais alto do ano na última sexta-feira (30/9)".

No final de julho, o banco anunciou que sua parte de investimentos passaria por reformulação e que deixaria de lado alguns negócios para se tornar uma instituição mais enxuta e menos sujeita a riscos, após o golpe de US$ 5,1 bilhões do cliente Archegos Capital Management, ocorrido em 2021.

O ano de 2022 não tem sido muito calmo para o banco suíço. Em janeiro, o presidente do Credit Suisse, António Horta-Osório, renunciou após alegações de que o mesmo violou os protocolos da Covid-19 em várias ocasiões, inclusive ao comparecer a Wimbledon no ano passado. Uma investigação interna preliminar descobriu ainda que, em novembro de 2021, o então presidente do Credit Suisse também quebrou as regras da Suíça ao viajar sem quarentena de 10 dias.

Em junho, o banco foi condenado pelo Tribunal Criminal Federal da Suíça por não impedir a lavagem de dinheiro efetuada por traficantes de cocaína da Bulgária. Esse foi o primeiro julgamento criminal que teve como alvo uma de suas principais instituições financeiras.

Em agosto, executivos do banco anunciaram que estudavam cortar milhares de cargos ao longo de vários anos, revelaram fontes ouvidas pela Bloomberg. O grupo suíço, que contava até o fim de junho com 51.410 funcionários, enfrenta dificuldades em reduzir os custos em mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,19 bi) após encarar perdas de US$ 1,65 bilhão (R$ 8,56 bi) de abril a junho.