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Credit Suisse reitera 'overweight' para ações emergente e destaca Brasil

Por Paula Arend Laier
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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - Estrategistas do Credit Suisse reiteraram nesta quinta-feira recomendação 'overweight' para ações de mercados emergentes, citando que as mesmas ficaram muito baratas com as preocupações ligadas à desaceleração da China, guerra comercial e com o fortalecimento do dólar, conforme relatório a clientes.

Andrew Garthwaite e equipe também argumentam que diversos fatores táticos estão mais favoráveis agora, como 'momentum' econômico relativo, revisões de projeções lucros relativas, estabilização dos PMIs da China, aumento nas reservas de moeda estrangeira e posicionamento.

"Este é nosso call de maior convicção para 2020", afirmaram.

Os estrategistas também têm recomendação 'overweight' para Brasil, avaliando que o país tem a melhor combinação de um grande hiato do produto com forte 'momentum' econômico de qualquer região e é única região importante onde o crescimento está sendo revisado para cima e a inflação, para baixo".

Eles destacaram que o real brasileiro parece barato em relação à participação nas exportações globais, ainda mais considerando que o superávit na balança de pagamentos está próximo aos recordes. Também citam que as reformas continuam.

Garthwaite e equipe acrescentam que as taxas de juros ajustadas por inflação não estão tão baixas quando comparadas aos Estados Unidos, o que deve atrair capital para o Brasil.

O único problema que eles veem é o valuation das ações, com múltiplos medianos em relação aos mercados globais. Excluindo papéis de commodities, contudo, citam que as ações brasileiras estão atrativas.