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Credit Suisse melhora projeção para crescimento econômico do Brasil em 2022 a 1,4%

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Cartazes com preços de mercadorias exibidos do lado de fora de supermercado no Rio de Janeiro
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SÃO PAULO (Reuters) - O Credit Suisse melhorou acentuadamente sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para este ano, a 1,4%, após dados sobre o setor de serviços desta quinta-feira terem surpreendido positivamente, embora tenha baixado a projeção para a atividade em 2023.

Anteriormente, o banco privado esperava expansão econômica de apenas 0,2% em 2022. A revisão para cima veio na esteira da notícia de que o volume de serviços do Brasil saltou 1,7% em março sobre fevereiro, resultado mais forte para o mês na série histórica iniciada em 2011 e bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters, de alta de 0,7%.

"As surpresas para cima nos serviços foram mais expressivas em setores que foram fortemente afetados pela pandemia, indicando uma recuperação mais rápida do lado da oferta da economia. Além disso, a demanda permaneceu robusta apesar do aperto das condições financeiras e da inflação mais alta", disse o Credit Suisse em relatório assinado por Solange Srour, Lucas Vilela e Rafael Castilho.

"A forte surpresa para cima confirma uma dinâmica muito melhor para a atividade econômica vista em outros indicadores econômicos (incluindo produção industrial, vendas no varejo e taxa de desemprego)", o que justifica a melhora de 1,2 ponto percentual no prognóstico de crescimento deste ano, disse o banco privado.

Os dados mais recentes do IBGE mostraram que a produção industrial do Brasil teve seu primeiro ganho trimestral em um ano nos primeiros três meses de 2022, enquanto o setor varejista cresceu mais do que o esperado em março. A taxa de desemprego, por sua vez, encerrou o primeiro trimestre em 11,1%, melhor resultado para o período desde 2016.

Apesar da melhora na expectativa de crescimento para este ano, o Credit Suisse reduziu sua projeção para a expansão econômica em 2023 a 0,9%, de 2,1% antes.

O credor citou expectativa de elevação da Selic para patamares bastante elevados até o fim desde ano e de início mais tardio de um ciclo de afrouxamento monetário como responsáveis pelo ajuste, além de uma "perspectiva piorada para o crescimento econômico global no próximo ano".

Os juros básicos brasileiros devem encerrar este ano em 14% e o próximo em 9,5%, de acordo com o cenário atual do Credit Suisse. Nesta semana, o banco elevou seus prognósticos para a inflação em 2022 e 2023, a 9,8% e 5,1%, respectivamente, estimando que a alta do IPCA superará o teto da meta perseguida pelo Bacen por três anos consecutivos.

(Por Luana Maria Benedito)

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