Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.282,67
    -781,69 (-0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.105,71
    -358,56 (-0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,95
    +0,65 (+0,89%)
     
  • OURO

    1.750,60
    +0,80 (+0,05%)
     
  • BTC-USD

    42.687,70
    -2.026,05 (-4,53%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.067,20
    -35,86 (-3,25%)
     
  • S&P500

    4.455,48
    +6,50 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.798,00
    +33,18 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.051,48
    -26,87 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.319,00
    +15,50 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2556
    +0,0306 (+0,49%)
     

Creator economy: ecossistema aquecido atrai influencetechs ao Brasil

·3 minuto de leitura

As marcas que não se tornarem criadoras de conteúdo vão competir com criadores de conteúdo que se transformarão em marcas. Essa frase é de Gian Martinez, CEO e cofundador da plataforma de inteligência em conteúdo online Winnin, dita durante o Youpix Summit, evento do ecossistema de influência realizado nesta semana. De acordo com Martinez, essa indústria vive uma nova fase de reinvenção baseada em três pilares principais: audiências que conhecem, gostam e amam os criadores de conteúdo. E neste terceiro pilar, um dos resultados é a conversão em vendas. Só no Brasil, por exemplo, existem mais de 8 mil criadores de conteúdo em vídeo com mais de 100 milhões de seguidores.

O contexto apresentado por Martinez, bem como os mais de US$ 15 bilhões que devem ser movimentados até 2022 em todo mundo pelo marketing de influência, e a relevância do Brasil neste contexto, vêm atraindo um número cada vez maior das chamadas influencetechs, ou seja, startups especializadas em desenvolver soluções de tecnologia para esse mercado. Dentre elas estão startups como Spark, Airfluencers, MandaSalve, Patreon, OnlyFans, Hotmart e outras. No início do mês, foi a vez da Jellysmack iniciar suas operações no Brasil trazendo Bruno Belardo como country manager.

A Jellysmack está estruturando sua operação no Brasil (Crédito: Reprodução)

O executivo é egresso do Spotify, onde atuava como diretor regional de vendas, também passou por Facebook e BuzzFeed. “A Jellysmack se propõe a ajudar os criadores de conteúdo a crescerem suas bases e audiências, além de potencializar os seus ganhos em cada rede social através da tecnologia proprietária de inteligência artificial”. Atualmente, a empresa possui mais de 300 criadores em seu ecossistema, de várias partes do mundo. Dentre eles, nomes como PewDiePie, MrBeast e Cauet, Patrick Starrr, Bailey Sarian, Nas Daily e Fabien Olicard. No Brasil, Receitas de Pai e o jovem casal Thai e Biel são alguns dos criadores.

Bruno Belardo, country manager da Jellysmack (Crédito: Reprodução)

“No mercado brasileiro, nosso objetivo é identificar os mais talentosos criadores em seus diferentes segmentos, trazê-los para o nosso programa, crescer suas bases e audiências através de uma estratégia de distribuição de conteúdo multiplataforma”, explica. De acordo com Bruno Belardo, a creator economy no Brasil começa aquecer e se reinventar novamente. “Todos os dias surgem novos criadores que rapidamente ganham popularidade. Ainda existe um espaço muito grande para crescimento, já que a maioria dos criadores brasileiros de sucesso utilizam apenas uma, ou no máximo duas”, comenta. A empresa recebeu um aporte Série C, em maio deste ano, do SoftBank, um dos maiores bancos de investimentos do mundo.

FOMENTO À CRIAÇÃO

Um dos grandes temas desta nova dinâmica da indústria é a remuneração aos criadores de conteúdo. No caso da Jellysmack, o objetivo será, por meio do Programa de Criadores, distribuir e ampliar o alcance dos criadores. “A estratégia de distribuição multiplataforma é muito importante porque ela ajuda os criadores a se tornarem menos dependentes de uma determinada plataforma, garantindo um sucesso de longo prazo que é menos suscetível a mudanças de algoritmo que estão fora do controle. O objetivo também é estabelecer novas fontes de receita com e-commerces proprietários, merchandising e parcerias estratégicas com marcas”, explica.

YouTube Shorts, formato do YouTube baseado em vídeos (Crédito: Reprodução)

Em outro painel do Youpix Summit, Patricia Muratori Calfat, head do YouTube Brasil, exemplificou um plano de fomento da plataforma para a comunidade de influenciadores que, nos últimos três anos, correspondeu a US$ 30 bilhões. “Ao focar em conteúdo vertical e apresentar novas ferramentas de criação para vídeos curtos, queremos ajudar os criadores e artistas a gravarem vídeos rápidos usando apenas um dispositivo móvel”, afirmou mencionando os YouTube Shorts, formato recente adicionado à plataforma.

O post Creator economy: ecossistema aquecido atrai influencetechs ao Brasil apareceu primeiro em Fast Company Brasil | O Futuro dos Negócios.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos