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Crédito imobiliário para mulheres, informais e jovens é aposta de startup

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**ARQUIVO** SÃO PAULO, SP, 04.07.2017: Sala da Minuto Seguro, empresa de tecnologia (seguros on-line). (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
**ARQUIVO** SÃO PAULO, SP, 04.07.2017: Sala da Minuto Seguro, empresa de tecnologia (seguros on-line). (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Chega ao Brasil neste mês a startup chilena de financiamento imobiliário Creditú. Fundada em 2017, a fintech atua também no Peru e pretende expandir as operações para o México.

A empresa começa a operar no país em um cenário desafiador, resultado da combinação de alta da inflação e da taxa básica de juros (atualmente em 7,75% ao ano), após alcançar o menor nível da história, 2%, durante 2020 -uma resposta à pandemia de coronavírus.

A estratégia da startup, segundo o presidente-executivo no Chile, Ignácio Alamos, é expandir o crédito imobiliário para mulheres, jovens e informais.

São grupos que usualmente enfrentam mais dificuldade para acessar o crédito imobiliário por não conseguir estabilidade no trabalho ou não ter tanto dinheiro guardado, afirma Alamos.

A alta conectividade e o volume do mercado no Brasil são oportunidades de negócio, segundo o empresário. Seguindo o modelo de fintechs já conhecidas pelos brasileiros, ele promete menos burocracia e processos mais rápidos, além de valores menores de entrada.

A empresa está em fase de expansão, e o desembarque no Brasil foi possível após investimento de R$ 100 milhões do Grupo AVLA, do qual é sócia.

"O mercado hoje em dia é dominado pelos bancos tradicionais: Itaú, Bradesco, Caixa, Banco do Brasil e Santander. E é quase o mesmo produto no final, com variações específicas de banco para banco. Financiam até 80% do valor dos imóveis para os mesmos clientes: com renda formal, boa pontuação, e assim por diante", afirma o presidente do grupo no Brasil, Felippe Astrachan.

A aposta é investir em outros critérios para encontrar bons pagadores. "Existe um mundo de bons clientes com capacidade de demonstrar que têm renda e que hoje são mal atendidos", diz Astrachan. Englobar esses novos clientes não se traduz, segundo ele, em mais risco. "A gente vai escolher bem. Não quer dizer que eu vou aprovar qualquer pessoa, obviamente. A gente vai fazer isso de forma sustentável."

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