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CPI da Covid: relatório pede afastamento de Bolsonaro de "todas" as redes sociais

·1 min de leitura

O relatório final da CPI da Covid cita a última live do presidente Jair Bolsonaro, em que ele associou as vacinas contra o coronavírus à Aids, como justificativa para pedir o seu afastamento de "todas as redes sociais". O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), diz que a medida é necessária para "garantir a ordem pública" e a "proteção da população brasileira".

Calheiros endereçou o pedido à Advocacia-Geral do Senado para que acione o Supremo Tribunal Federal e o Procurador-Geral da República em relação à medida cautelar.

O vídeo do presidente foi removido nesta segunda-feira pelo Youtube e Facebook sob o argumento de "disseminar desinformação médica sobre a Covid-19".

No relatório, Calheiros lista ainda outros vídeos publicados pelo presidente neste ano nos quais ele afirmou que as vacinas "não têm comprovação científica", que os remédios do kit Covid "não têm efeitos colaterais", e que a mácara tem "efetividade pequena".

O relatório afirma que essas declarações, que não encontram respaldo entre a comunidade médica e científica, não se "limitam" à opinião do presidente, já que como presidente ele "assumiu as responsabilidades e atribuições do cargo", influenciando "fortemente a população".

"Desta maneira, conclui-se que o presidente foi ator relevante na propagação de comunicação falsa em massa no que se refere à pandemia de covid-19", finaliza o texto.

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