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CPI da Covid deve votar sessão secreta com Witzel nesta quarta-feira

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — Senadores independentes e da oposição, que formam maioria na CPI da Covid, pretendem aprovar nesta quarta-feira a sessão secreta com o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. A data ainda precisa ser definida, mas a expectativa é de que a nova oitiva ocorra nas duas primeiras semanas de julho. Também não se sabe se a conversa ocorrerá em Brasília ou no Rio de Janeiro.

"Requer diligência, para que na condição de testemunha sujeita ao compromisso de dizer a verdade, preste depoimento em sessão reservada o Sr. Wilson Witzel, Ex-Governador do Rio de Janeiro", diz requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), suplente na CPI.

Leia mais: À CPI, Osmar Terra minimiza previsões erradas e nega 'gabinete paralelo' para orientar Bolsonaro

No depoimento que prestou na semana passada, Witzel disse que há fatos sobres os quais não falaria na sessão, mas que poderia esclarecer numa reunião reservada.

— Eu vou falar aqui, sem nominar o fato, mas farei reservadamente, que houve conversas ao longo da noite com ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para poder fazer busca e apreensão em estados da Federação — disse Witzel na última quarta-feira — Nesta reunião, eu faço questão de apresentar elementos para iniciar uma investigação contra pessoas que estão desvirtuando a atuação funcional.

Além do requerimento de Witzel, os senadores também fecharam acordo pela aprovação de convite para o deputado Luis Miranda (DEM-DF) e o seu irmão, o servidor Luís Ricardo Miranda, do Ministério da Saúde, prestem depoimento na próxima sexta-feira.

Luís Ricardo Miranda, que é Chefe da Divisão de Importação, disse ao Ministério Público Federal, no final de março, que sofreu pressão para assegurar a importação da vacina Covaxin, produzida pela Bharat Biotech. A negociação é intermediada pela empresa Precisa Medicamentos, sócia da Global, que é alvo de processo por improbidade administrativa no qual o líder do governo, Ricardo Barros (PP-PR), também é investigado.

Veja também: MPF identifica indícios de crime em compra de R$ 1,6 bi de vacina indiana Covaxin pelo Ministério da Saúde

Em relação ao mesmo tema, sobre um possível favorecimento à Precisa pelo governo, senadores pretendem convocar Alex Lial Marinho, ex-coordenador-geral de Aquisições de Insumos Estratégicos para Saúde do Ministério da Saúde. O intuito é verificar se ele foi um dos responsável por pressionar Luís Ricardo Miranda e por qual motivo.

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