Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.632,92
    -168,29 (-0,14%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.134,93
    -60,50 (-0,12%)
     
  • PETROLEO CRU

    69,10
    +0,95 (+1,39%)
     
  • OURO

    1.806,50
    -8,00 (-0,44%)
     
  • BTC-USD

    40.903,81
    +1.042,89 (+2,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.005,54
    +29,64 (+3,04%)
     
  • S&P500

    4.429,10
    +26,44 (+0,60%)
     
  • DOW JONES

    35.064,25
    +271,58 (+0,78%)
     
  • FTSE

    7.120,43
    -3,43 (-0,05%)
     
  • HANG SENG

    26.204,69
    -221,86 (-0,84%)
     
  • NIKKEI

    27.728,12
    +144,04 (+0,52%)
     
  • NASDAQ

    15.171,75
    +98,25 (+0,65%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2074
    +0,0891 (+1,46%)
     

CPI da Covid convoca Facebook, Twitter e Google para explicar posts de Bolsonaro

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A CPI da Covid aprovou nesta quarta-feira (23) requerimento para convocar representantes do Facebook e Twitter e do Google para explicar posts do presidente Jair Bolsonaro.

Os senadores querem entender por que o chefe do Executivo brasileiro ainda não foi banido dessas redes sociais ou teve o conteúdo retirado do ar no caso de postagens que contrariam as medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia.

O requerimento de convocação foi apresentado na sexta-feira passada (18), um dia depois de Bolsonaro questionar numa live nas redes sociais medidas de combate à pandemia e insinuar que a contaminação em massa pelo coronavírus poderia ser "até mais eficaz" que a própria vacinação contra a Covid-19.

"Eu estou vacinado entre aspas. Todos que contraíram o vírus estão vacinados, até de forma mais eficaz que a própria vacina, porque você pegou vírus para valer. Quem pegou o vírus está imunizado, não se discute", afirmou Bolsonaro em live, em declaração que contraria a ciência e medidas propagadas de enfrentamento ao vírus.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do requerimento, afirmou querer explicações, argumentando que o ex-presidente americano Donald Trump "foi banido por muito menos", segundo o parlamentar.

Em janeiro deste ano, Trump foi banido do Twitter e suspenso por tempo indeterminado do Facebook e do YouTube por conclamar apoiadores a irem ao Capitólio questionar o resultado das eleições.

Com o objetivo de evitar sanções e manter a influência de Bolsonaro e aliados nas redes, o governo federal prepara um decreto para limitar a exclusão de conteúdos das redes sociais e engessar decisões de empresas como Youtube, Twitter, Facebook e Instagram.

O texto impede que as companhias retirem informações do ar somente por julgarem que as próprias políticas foram violadas pelos usuários.

Publicações de Bolsonaro e de seus apoiadores foram excluídas das redes sociais durante a pandemia da Covid-19 por desinformar sobre a doença. Em abril deste ano, o Twitter colocou um aviso de publicação "enganosa" em crítica do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao lockdown.

Pela proposta em análise no governo, a exclusão de contas das redes sociais também dependeria de decisão judicial. Neste caso, há brechas, por exemplo, para apagar perfis falsos ou inadimplentes.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos