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COVID: será que a vacina "pegou"? Febre e dor no corpo indicam eficácia?

·2 minuto de leitura

Com o aumento do número de pessoas imunizadas contra o coronavírus SARS-CoV-2 no Brasil, a tendência é que aumentem também o número de relatos sobre as reações adversas dos imunizantes contra a COVID-19. É estimado que os efeitos leves e moderados ocorram em pelo menos 25% do grupo vacinado, sendo que a maioria dessas "reclamações" são de febre e dor no corpo.

Até quarta-feira (30), a primeira dose de algum imunizante contra a COVID-19 foi aplicada em 73.569.254 brasileiros, o que representa 34,74% da população, segundo o consórcio de veículos da imprensa (Conass). Diante desse número bastante abrangente, é normal — e esperado — que os efeitos colaterais dos imunizantes sejam discutidos. No entanto, eles não têm nada a ver com a eficácia das vacinas contra o coronavírus, por exemplo.

Febre e dor no corpo são reações comuns das vacinas contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/AtlasComposer/Envato)
Febre e dor no corpo são reações comuns das vacinas contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/AtlasComposer/Envato)

"Tem gente que fica encucada se não tiver reação. Será que [a vacina] pegou? Isso não existe. Reação não significa nada em termos de eficácia", explicou Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, para o jornal O Globo.

Após a vacinação, vale lembrar que os efeitos mais comuns são locais, como dor no braço e vermelhidão. Há ainda os sistêmicos, como febre, dores de cabeça e musculares. Na maioria dos casos, em até 48h, essas reações desaparecem. Inclusive, essas reações estão descritas nas bulas, que foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Agora, caso algo de diferente seja relatado pelo paciente recentemente imunizado, é importante que o indivíduo busque orientação médica no local em que recebeu a vacina contra a COVID-19.

Usar analgésicos e antitérmicos pode?

Com o aparecimento da febre e da dor, por exemplo, algumas pessoas se questionam sobre o uso de analgésicos e antitérmicos para controlar o efeito indesejado. Segundo a epidemiologista Denise Garrett, vice-presidente do Sabin Institute (EUA), o uso deste tipo de medicamento é desaconselhado. De acordo com a especialista, há estudos demostrando que o uso de paracetamol — principalmente antes da vacina — pode reduzir a resposta imunogênica da fórmula.

"O sistema imune trabalha melhor com temperatura elevada, a febre é uma aliada", comentou a médica Garrett. No entanto, "se está muito desconfortável, pode tomar. Mas, se você tolera a febre, não tome para potencializar a reposta", ressalta a especialista.

Fonte: Canaltech

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