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COVID longa pode causar problemas graves nos rins, aponta estudo

Os efeitos da COVID longa ainda são investigados pela ciência e os pesquisadores procuram entender por quanto tempo essas sequelas podem permanecer. Agora, um estudo do Centro de Epidemiologia Clínica (CEC), nos Estados Unidos, observou que os rins podem ser severamente afetados pelo coronavírus SARS-CoV-2. A probabilidade é 35% para algum grau de comprometimento.

Desde o início da pandemia, os médicos observaram que as pessoas que contraem formas graves da COVID-19 podem desenvolver também problemas renais. Publicado na revista científica Journal of the American Society of Nephrology (JASN), o recente estudo observou que, mesmo após a recuperação dos pacientes, os problemas renais podem se prolongar por inúmeros meses e deixar sequelas permanentes.

Pacientes que se recuperaram da COVID-19 podem ainda ter complicações nos rins (Imagem: Reprodução/AtlasComposer/Envato)
Pacientes que se recuperaram da COVID-19 podem ainda ter complicações nos rins (Imagem: Reprodução/AtlasComposer/Envato)

Após analisar dados de 1,7 milhão de pessoas, os pesquisadores entenderam que os pacientes mais afetados pelo coronavírus têm uma maior probabilidade de sofrer danos renais no longo prazo. No entanto, pessoas que contraem a COVID-19 e que têm uma infecção menos grave também podem ficar vulneráveis.

Vale lembrar que, quando os rins não funcionam bem ou com eficiência, os fluidos se acumulam e causam inflamação, pressão alta, ossos fracos e inúmeros outros problemas. Em casos extremamente graves, o problema pode levar ao óbito.

Entenda o estudo sobre os problemas renais da COVID-19

Para o estudo, foram analisados registros de pacientes da US Veterans Health Administration, onde 89.216 pessoas testaram positivo para o coronavírus entre março de 2020 e março de 2021. Além disso, dados de outras 1.637.467 pessoas que não tiveram a COVID-19 foram usados para comparação.

No intervalo entre um e seis meses após a infecção, os pacientes que tiveram a COVID-19 apresentaram cerca de 35% — a média considerou os diferentes graus da infecção viral — mais probabilidade de terem danos renais ou de deterioração significativa da função renal do que aqueles que não tiveram a doença.

Como muitas pessoas com função renal diminuída não sentem dor ou outros sintomas, os autores recomendam que médicos se mantenham vigilantes para a questão e enxerguem a situação de forma preventiva.

Para acessar o estudo completo sobre os efeitos da COVID-19 longa nos rins, clique aqui.

Fonte: Canaltech

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