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COVID grave pode gerar dano cerebral semelhante ao Alzheimer, aponta estudo

·2 minuto de leitura

Muitos estudos já deixaram claro que a COVID-19 deixa rastros de problemas neurológicos de longa duração, como perda de memória, dificuldade de concentração, alucinações, dores de cabeça e perda do olfato ou paladar. Mas um novo estudo apontou que a doença deixa no cérebro alguns sinais semelhantes ao que se vê no Alzheimer.

O estudo descobriu uma extensa inflamação e degeneração nos cérebros daqueles que morreram de COVID-19, mesmo quando eles não tenham relatado nenhum sintoma neurológico na vida. Além do Alzheimer, os sinais também lembram Parkinson, mas os pesquisadores não conseguiram encontrar nenhum traço do vírus real no tecido cerebral.

É possível que a matéria viral já tivesse sido eliminada quando esses pacientes morreram, ou pode ser que o SARS-CoV-2 estivesse danificando regiões nervosas de outras partes do corpo. O estudo sugere que danos neurológicos podem ser comuns em casos graves de COVID-19, mesmo quando os pacientes não apresentam sintomas cognitivos.

(Imagem: twenty20photos/envato)
(Imagem: twenty20photos/envato)

Para chegar a essas conclusões, o grupo comparou o tecido cerebral de 8 pessoas que morreram de COVID-19 com o tecido cerebral de 14 pessoas que morreram de outras causas, incluindo gripe. Usando o sequenciamento de RNA de uma única célula, os autores do artigo analisaram mais de 65 mil córtices frontais e os genes em cada camada de cada córtex. Em cada tipo de célula cerebral examinada, a equipe descobriu que certos genes foram ativados exclusivamente em pacientes com COVID-19, e muitos desses genes estão envolvidos na neuroinflamação.

Ainda não está claro se aqueles que realmente relatam sintomas neurológicos em vida apresentam maior neuroinflamação após a morte. Mas as descobertas sugerem que mesmo que o SARS-CoV-2 não ultrapasse a barreira hematoencefálica e mesmo que nenhum sintoma neurológico seja relatado, o vírus ainda pode ter um efeito duradouro na função cognitiva.

O estudo completo pode ser acessado na Nature.

Fonte: Canaltech

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