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COVID em dose dupla: idosa morre infectada por duas cepas ao mesmo tempo

·1 minuto de leitura

Foi registrado, na Bélgica, o primeiro caso de uma paciente infectada por duas cepas do coronavírus ao mesmo tempo. A mulher, de 90 anos, contraiu a variante do Reino Unido (B.1.1.7) e da África do Sul (B.1.351), e não resistiu à infecção. Os cientistas acreditam que este é o primeiro caso de uma pessoa ser infectada por duas cepas diferentes do vírus simultaneamente, o que vem sendo discutido no Congresso Europeu de Microbiologia e Doenças Infecciosas (ECCMID).

A mulher, que ficou doente em março, não havia sido vacinada contra a COVID-19, e também não se sabe como ela foi infectada. Os pesquisadores acreditam que ela tenha tido contato com duas pessoas diferentes, cada uma carreando uma cepa. Durante a internação, os sinais vitais estavam estáveis no começo, mas a saúde começou a se deteriorar rapidamente, resultando em óbito cinco dias depois.

<em>Imagem: Reprodução/Rawpixel</em>
Imagem: Reprodução/Rawpixel

Segundo Anne Vankeerberghen, líder da pesquisa e médica do hospital OLV da Bélgica, ainda é complicado dizer se o caso se tornou fatal devido à infecção pelas duas cepas de forma simultânea. "Ambas as variantes estavam circulando na Bélgica na época, então ela provavelmente foi co-infectada por dois vírus diferentes de duas pessoas diferentes", diz a especialista.

Ainda que não existam outros casos semelhantes ao da idosa, os cientistas acreditam que já seja a comprovação de que é possível contrair duas versões da COVID-19 de uma vez só, um fenômeno que ainda é subestimado, de acordo com Vankeerberghen.

Fonte: Canaltech

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