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Covid deixou quase metade dos trabalhadores de favelas sem emprego

·1 min de leitura
Favela no Brasil
Com relação às medidas de isolamento durante a pandemia, somente 6% afirmaram ter aderido

(Getty Images)

  • 45% dos trabalhadores de favelas ficaram desempregados na pandemia

  • Cerca de 46,5% do total têm dificuldades em comprar comida 

  • 60% dos que perderam o emprego recebiam auxílio emergencial

Quase metade (45%) dos trabalhadores que moram em favelas perderam o emprego durante a pandemia de Covid-19. É o que mostra um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a ONG Teto.

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Os resultados, divulgados pelo portal UOL, apontam que 60% dos que ficaram desempregados recebiam auxílio emergencial, programa encerrado neste mês de novembro e que segue pagando a última parcela para parte da população. Outros 56% dependeram da ajuda de ONGs.

Os altos preços dos alimentos também impactaram essas famílias. Cerca de 46,5% das que se encontram em situação de vulnerabilidade em seis estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Paraná – sofrem com dificuldades para comprar comida. Aproximadamente 58% tiveram que mudar os hábitos alimentares.

O levantamento foi realizado em 2020 e contou com 524 entrevistas quantitativas em 31 comunidades brasileiras, além de outras 56 pesquisas qualitativas com lideranças comunitárias.

Falta de lazer impulsionou baixa adesão às práticas de distanciamento

Somente 6% dos entrevistados disseram que aderiram às práticas de distanciamento social durante a pandemia e cerca de 9% evitaram as aglomerações. Dentre os principais motivos, estão:

  • Falta de lazer (30%);

  • Falta de trabalho e renda (22,7%);

  • Solidão e depressão (14,7%);

  • Infraestrutura da moradia (5,6%);

  • Fome (2,7%).

Ainda assim, a maioria afirmou usar máscara (72%), lavar as mãos (55%) e passar álcool em gel (55%).

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