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COVID-19 | Vacina da Novavax será testada em 10 mil pessoas (com 25% de idosos)

Fidel Forato
·2 minutos de leitura

Na corrida por uma vacina eficaz e segura contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2), já são 11 imunizantes na última e terceira fase antes da aprovação. Entre eles, está a vacina NVX-CoV2373 contra a COVID-19, da farmacêutica norte-americana Novavax. Atualmente, a pesquisa de eficácia e segurança envolve 10 mil voluntários no Reino Unido e, em breve, deve ser expandida para os EUA.

Além de abranger uma grande variedade de idades, indo dos 18 aos 84 anos, o estudo de fase 3 da Novavax busca por pacientes com e sem comorbidades relevantes. Vale ressaltar que a pesquisa foi desenvolvida para incluir pelo menos 25% dos participantes com mais de 65 anos e também deve priorizar minorias raciais e étnicas.

Em testes da Novavax, vacina contra a COVID-19 terá 25% de voluntários com mias de 65 anos (Imagem: Reprodução/ CDC/ Unsplash)
Em testes da Novavax, vacina contra a COVID-19 terá 25% de voluntários com mias de 65 anos (Imagem: Reprodução/ CDC/ Unsplash)

Mesmo que esse imunizante esteja alguns meses atrás dos favoritos na corrida de uma vacina contra a COVID-19, especialistas estão entusiasmados com sua fórmula, segundo o The New York Times. Isso porque os resultados dos estudos pré-clínicos foram muito promissores. Por exemplo, os macacos imunizados demonstraram uma forte proteção contra o coronavírus. Já nos primeiros testes em humanos, os níveis de anticorpos produzidos também foram bons.

Para acelerar o processo de testes, a farmacêutica aposta em uma região com alta circulação do vírus. “Com um alto nível de transmissão SARS-CoV-2 observada e esperado para continuar no Reino Unido, acreditamos que este ensaio clínico fundamental de Fase 3 será registrado rapidamente e fornecerá uma visão de curto prazo da eficácia do NVX-CoV2373”, aposta Gregory M. Glenn, presidente da Novavax.

Como funciona a vacina contra COVID-19?

Para se obter a imunização contra o coronavírus, o paciente precisará de duas doses da vacina, com 21 dias de intervalo. Quanto ao seu funcionamento, o imunizante carrega proteínas S do coronavírus — encontrada na membrana do vírus e responsável pela invasão das células saudáveis —, anexados em partículas microscópicas, que podem desencadear uma resposta imunológica no organismo.

O método já é conhecido e usado em vacinas recombinantes, como nas vacinas (aprovadas) para herpes zoster e papilomavírus humano (HPV). Além disso, também conta com uma substância que estimula as células imunológicas do paciente, o adjuvante Matrix-M.

Como parte do estudo clínico, cerca de 400 voluntários receberão a vacina contra a COVID-19 e também devem receber uma outra vacina, já licenciada, contra um tipo da influenza, o conhecido vírus da gripe. A ideia é entender se a administração dos dois imunizantes pode melhorar a imunidade contra o coronavírus.

Fonte: Canaltech

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