Mercado abrirá em 2 h 6 min
  • BOVESPA

    120.294,68
    +997,55 (+0,84%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.329,84
    +826,13 (+1,74%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,89
    -0,26 (-0,41%)
     
  • OURO

    1.746,60
    +10,30 (+0,59%)
     
  • BTC-USD

    62.445,26
    -1.324,96 (-2,08%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.362,43
    -13,35 (-0,97%)
     
  • S&P500

    4.124,66
    -16,93 (-0,41%)
     
  • DOW JONES

    33.730,89
    +53,62 (+0,16%)
     
  • FTSE

    6.967,89
    +28,31 (+0,41%)
     
  • HANG SENG

    28.793,14
    -107,69 (-0,37%)
     
  • NIKKEI

    29.642,69
    +21,70 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    13.879,75
    +81,00 (+0,59%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7682
    -0,0047 (-0,07%)
     

Covid-19: secretário da Saúde em MG admite que 'furou fila' da vacina com outros 500 servidores

Gabriel Melloni
·1 minuto de leitura
Carlos Eduardo Amaral - Foto: Agência Minas
Carlos Eduardo Amaral - Foto: Agência Minas

Secretário da Saúde do governo de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral “furou a fila” da vacina contra a Covid-19 e foi imunizado mesmo estando fora dos grupos prioritários. Ele confessou a participação no escândalo na noite de quarta-feira, em depoimento à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Amaral liderou o esquema que levou outros 500 servidores de sua pasta a serem vacinados, contrariando as normas estabelecidas pelo Plano Nacional de Imunização. O secretário alegou que tomou tal atitude para servir de exemplo no combate ao vírus.

Leia também:

“Quis ser vacinado para não parecer que eu era contra a vacina, ou acharem que a vacina não servia. Acho que nós todos temos que ser vacinados, não concordo com nenhum movimento contra vacinação”, declarou. Apesar da explicação, a imunização não foi registrada ou divulgada.

O escândalo da vacina resultou na abertura de um inquérito por parte de Zema. O grupo de 500 servidores também está sendo investigado pelo Ministério Público desde a última terça, e deputados estaduais já aprovaram a instauração de uma CPI para apurar o caso.

Apesar da repercussão, Carlos Eduardo Amaral está mantido no cargo pelo governo estadual.