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Covid-19: Pfizer identifica vacinas falsas no México e na Polônia

O Globo e Agências internacionais
·2 minuto de leitura

NOVA YORK — A farmacêutica americana Pfizer identificou versões falsas da sua vacina contra a Covid-19 no México e na Polônia. As doses foram apreendidas por autoridades dos dois países durante investigações locais e enviadas para testes de laboratório que confirmaram que se tratavam de produtos falsificados. No México, os frascos tinham até rótulos falsos, enquanto a substância encontrada na Polônia era possivelmente um remédio para tratamento anti-rugas.

De acordo com o governo mexicano, cerca de 80 pessoas receberam a dose falsa. Conforme o médico Hugo Lopez-Gatell, que atua como subsecretário de Prevenção e Promoção da Saúde, as vacinas falsas foram encontradas pela polícia após serem oferecidas nas redes sociais por até 2.500 dólares cada. Os suspeitos de envolvimento no esquema criminoso foram presos.

As autoridades polonesas informaram que ninguém recebeu as doses falsificadas, que foram encontradas no apartamento de um homem. O ministro da saúde da Polônia, Adam Niedzielski, enfatizou na quarta-feira que o risco de doses falsas em circulação era "praticamente inexistente".

Em entrevista ao The Wall Street Journal, Lev Kubiak, chefe de segurança global da Pfizer, disse que a demanda pela vacina no mundo e a escassez no fornecimento levaram aos golpes.

— Temos uma oferta muito limitada, uma oferta que aumentará à medida que crescermos e outras empresas entrarem no mercado de vacinas. Nesse contexto, há uma oportunidade perfeita para os criminosos — ressaltou.

Em comunicado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que as vacinas falsas "representam um sério risco para a saúde pública global" e exigiu que eles sejam identificados e removidos de circulação.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou à rede de TV ABC News que estava ciente das vacinas falsas identificadas no México e na Polônia e apoiaria as autoridades locais e a Pfizer "conforme necessário".