Mercado fechará em 2 h 41 min
  • BOVESPA

    130.329,52
    +888,49 (+0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.252,84
    -33,62 (-0,07%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,08
    +0,17 (+0,24%)
     
  • OURO

    1.865,70
    -13,90 (-0,74%)
     
  • BTC-USD

    39.984,75
    +2.920,72 (+7,88%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.000,29
    +31,45 (+3,25%)
     
  • S&P500

    4.235,42
    -12,02 (-0,28%)
     
  • DOW JONES

    34.232,24
    -247,36 (-0,72%)
     
  • FTSE

    7.146,68
    +12,62 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,23 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    29.161,80
    +213,07 (+0,74%)
     
  • NASDAQ

    14.053,50
    +59,25 (+0,42%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1371
    -0,0555 (-0,90%)
     

Covid-19: pessoas com doenças neurológicas crônicas são inclusas no grupo prioritário de vacinação

·1 minuto de leitura
Covid-19: pessoas com doenças neurológicas crônicas são inclusas no grupo prioritário de vacinação
Covid-19: pessoas com doenças neurológicas crônicas são inclusas no grupo prioritário de vacinação

O Ministério da Saúde ampliou o grupo prioritário para receber a vacina contra a Covid-19 e incluiu pessoas com doenças neurológicas crônicas na mais recente atualização do Plano Nacional De Imunizações (PNI) feita na última quinta-feira (20).

São consideradas doenças neurológicas crônicas, condições cerebrovasculares, como acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, ataque isquêmico transitório e demência vascular. Além disso, doenças que impactam na função respiratória também entram na categoria.

Doenças neurológicas crônicas

Ainda segundo o Ministério da Saúde, também podem receber a vacina pessoas com doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular, indivíduos com deficiência neurológica grave, paralisia cerebral, esclerose múltipla, ou condições similares.

O documento também alterou o esquema de vacinação para grávidas. Agora, apenas gestantes com comorbidades vão poder receber o imunizante. Além disso, grávidas que receberam a primeira dose da Oxford/AstraZeneca devem aguardar o fim do período puerpério (até 45 dias após o parto) para receber a segunda dose.

A medida ocorre após uma mulher morrer no Rio de Janeiro depois de desenvolver trombose após tomar a vacina. O governo ainda deixou claro que não foi estabelecida uma relação entre a vacina de Oxford e a morte da gestante, mas que, como o caso é investigado, por cautela, o uso no imunizante na vacinação grupo de grávidas sem comorbidades é suspenso até que haja uma conclusão definitiva.

Leia mais:

Além da inclusão de pessoas com doenças neurológicas crônicas e da mudança na vacinação das grávidas, o Ministério da Saúde anunciou que antecipou a chegada de 4 milhões de doses de vacinas pela iniciativa Covax Facility. O carregamento, que inicialmente estava previsto para depois de julho, deve chegar no Brasil em junho.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!