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Covid-19: Nova onda interrompe recuperação de pequenas e médias empresas

Redação Finanças
·1 minuto de leitura
Unable to marshal the right cells and molecules to fight off the invader, the bodies of the infected instead launch an entire arsenal of weapons — a misguided barrage that can wreak havoc on healthy tissues, experts said. (Getty Images)
A queda média das receitas foi de 40% em relação ao período anterior à pandemia do coronavírus (Getty Images)

Com a chegada da segunda onda de contágio da covid-19, as PMEs (pequenas e médias empresas) viram o faturamento despencar no segundo mês. A queda média das receitas foi de 40% em relação ao período anterior à pandemia do coronavírus. Com o resultado, a situação retorna ao mesmo patamar de agosto de 2020. A piora vem antes do endurecimento das medidas restritivas dos estados. As informações são do Estadão.

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A 10ª pesquisa “O Impacto da Pandemia do coronavírus nos Pequenos Negócios”, feita pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), relata que o crescimento do faturamento era mantido desde o mês mais crítico da pandemia, que foi abril, quando houve uma queda de 70%.

Ao menos 57% dos entrevistados na pesquisa afirmaram estar muito preocupados em como manter a empresa de portas abertas. Em novembro, o total foi de 47%.

Dos participantes do levantamento, 51% disseram que a medida mais eficaz tomada pelo governo federal para ajudar o setor seria continuar com o os programas de crédito, como Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte). Do total, ao menos 13% disseram que uma ajuda maior seria continuar com o auxílio emergencial.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles o “efeito sanfona do abre e fecha é desastroso para a pequena e média empresa” e a atividade só será retomada com força no segundo semestre do ano com o aumento da vacinação. “Vemos que existe um represamento da demanda de consumo”, disse.