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Covid-19: Ministério da Saúde admite falta de remédios para pacientes intubados

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
RIO DE JANEIRO, BRAZIL â JUNE 15 : Health workers check patients infected with the novel coronavirus (COVID-19) as they remain connected to an artificial respirator at the Intensive Care Unit at a hospital in Rio de Janeiro, Brazil on June 15, 2020. As the novel coronavirus continues to spread in Latin America, Brazil's death toll on Monday surpassed 43,000. In Brazil, 612 more fatalities over the past 24 hours raised the death toll to 43,332, according to the country's Health Ministry. The total number of cases to date in the world's second worst-hit country reached 867,624 as 17,110 more people tested positive for COVID-19. (Photo by Fabio Alarico Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)
Médico chega paciente intubado na UTI de um hospital do Rio de Janeiro (Fabio Alarico Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)

Em nota publicada nesta segunda (20), o Ministério da Saúde admitiu a falta de medicamentos necessários para auxiliar pacientes intubados após diagnóstico positivo do novo coronavírus. O grande problema gira em torno de anestésicos e relaxantes musculares.

O ministério afirma que trabalha junto com as secretarias estaduais de saúde para resolver o problema e tenta facilitar a compra dos medicamentos necessários usando requisições e pregões, além de fazer cotações para pedidos de importação.

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Na última semana, a presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), Suzana Lobo, e a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania/SC) fizeram o alerta para o desbastecimento dos medicamentos na Comissão Externa da Câmara dos Deputados que examina as ações de combate ao coronavírus.

“No momento em que a distribuição dos insumos estratégicos, ou seja, a produção e a chegada em quantidade suficiente para cada uma das nossas unidades de terapia intensiva, tem se mostrado insuficiente”, afirmou a deputada durante a sessão.

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Leia a nota publicada pelo Ministério da Saúde:

“O Ministério da Saúde informa que, devido ao desabastecimento de medicamentos utilizados na intubação de pacientes que tiveram complicações pela infecção do coronavírus, a pasta está apoiando estados e municípios, em ação conjunta e coordenada com os Conselhos Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O objetivo é normalizar o mais breve possível os estoques de anestésicos e relaxantes musculares nos hospitais. Diante do panorama emergencial, o Ministério da Saúde tem realizado diariamente levantamento dos estados e municípios para atender emergencialmente as necessidades de todas as localidades.

Para a aquisição dos medicamentos em falta, a pasta implementou três ações para mitigar o problema: requisição administrativa, pregão via Sistema de Registro de Preços e cotação para compra internacional via Opas.”

* Com informações da Agência Câmara

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