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COVID-19 | Ministério da Saúde foca na distribuição da vacina de Oxford em 2021

Fidel Forato
·2 minutos de leitura

A corrida por uma vacina contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) pode ter, em breve, alguns vencedores. Diante desse cenário, o Ministério da Saúde apresentou na quarta-feira (14) um cronograma para vacinação contra a COVID-19 dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Entretanto, a apresentação considera apenas o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.

O calendário da vacinação contra a COVID-19 foi apresentado pelo secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, durante reunião da pasta com Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o ministério prevê 100 milhões de doses da vacina de Oxford para o primeiro semestre de 2021 e outras 100 a 165 milhões para o segundo semestre.

Conforme citado, essa apresentação desconsidera duas iniciativas que podem auxiliar o país a enfrentar a pandemia da COVID-19. O primeiro é o acordo com a iniciativa COVAX Facility, liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê o acesso e a distribuição igualitária de vacinas contra o coronavírus entre um conjunto de países. Além disso, essa previsão não considera a vacina CoronaVac.

Em reunião, Ministério da Saúde discute apenas vacina de Oxford contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Cottonbro/Pexels)
Em reunião, Ministério da Saúde discute apenas vacina de Oxford contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Cottonbro/Pexels)

Vacina de Oxford e a CoronaVac

De acordo com alguns membros presentes sobre a apresentação, o governo estaria ignorando o imunizante CoronaVac, desenvolvido pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituo Butantan, em São Paulo. Segundo o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, "todos os presentes na reunião entenderam da mesma forma. A vacina de São Paulo está sendo ignorada”.

Sobre esta vacina, o governador do estado de São Paulo, João Doria, já anunciou que as primeiras doses devem ser distribuídas ainda no mês de dezembro, ou seja, antes das previsões do Ministério da Saúde. Entretanto, nenhuma das vacinas — seja a CoronaVac ou a de Oxford — concluíram a terceira e última etapa de testes em humanos antes da aprovação.

Atualmente, as duas vacinas estão na fase final de testes, onde são testadas em milhares de pessoas para se analisar segurança e eficácia de suas fórmulas. Após essa etapa, ainda precisarão de autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para serem distribuídas, então, para a população dentro de algum calendário de vacinação.

Conforme já anunciado, caso não haja, de fato, interesse do governo federal pelo imunizante desenvolvido pelo Instituto Butatan, o governo de São Paulo estuda um plano B para a vacinação contra a COVID-19. No entanto, as negociações ainda não estão fechadas e doses da vacina podem ser compradas pelo governo. Inclusive, há previsão de doações para a ampliação de uma fábrica do Butantan e financiamento de algumas atividades.

Fonte: Canaltech

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