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Covid-19: governo do Rio não entregou leitos prometidos para o hospital modular de Nova Iguaçu

Flávio Trindade
·2 minuto de leitura

RIO — O Secretário de Saúde do estado do Rio de Janeiro não cumpriu a promessa de disponibilizar mais 150 leitos no Hospital Modular de Nova Iguaçu, exclusivo para atendimento de casos da Covid-19. Na inauguração, no último dia 3, Carlos Alberto Chaves disse que a unidade contaria com 150 leitos que seriam abertos de forma gradativa, além de outros 150 em 10 dias, prazo que venceu nesta terça-feira (13/04).

De acordo com balanço divulgado pela própria Secretaria Estadual de Saúde, o máximo de leitos ocupados no Hospital Modular até o momento foram 130. Desse total, 43 pacientes receberam alta e oito vieram a óbito, estando 78 pessoas internadas nesta terça-feira, sendo 24 nas unidades de tratamento intensivo e 54 em enfermaria. Além disso havia 32 vagas reservadas para transferências solicitadas por UPA’s, que seriam feitas conforme a disponibilização de ambulâncias.

Nesta terça, em entrevista coletiva, Chaves não justificou o motivo de não ter aberto os novos leitos. Ao falar do Hospital Modular, ele se referiu a unidade como um case – objeto de estudo – para entender a evolução da doença nos pacientes que para lá são levados.

- Esse Hospital Modular é quase um case. Nós estamos vendo como é que são os pacientes que chegam, por que eles agravam. Um fator muito grave é o tempo de transporte, você não pode deixar um doente esperando oito horas já com a vaga certa.

Os leitos não entregues do Hospital Modular fazem parte de uma conta maior de todo o estado do Rio de Janeiro. No último dia 25 de março, o governador em exercício, Claudio Castro, prometeu 940 vagas em unidades federais, estaduais e privadas. Nesta conta, estavam as 300 previstas em Nova Iguaçu. Até o momento, dos leitos prometidos, 436 foram disponibilizadas, o que dá 53% a menos. Enquanto isso, a fila de espera do estado tem 399 pessoas aguardando por vagas em UTI’s e enfermarias.