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Covid-19 gera 40 mil auxílios-doença pelo INSS; doenças respiratórias, 51 mil

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Foto: Arquivo

No período de março a dezembro de 2020, a infecção por coronavírus foi a segunda maior causa geradora de auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença), segundo a Secretaria de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Foram 39.532 benefícios concedidos pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), conforme a lei manda, após 15 dias de afastamento do trabalhador que continua incapacitado de voltar a trabalhar. A quantidade de vezes que a CID foi marcada no ano perdeu apenas para a recorrência de problemas no disco lombar.

Além disso, os benefícios concedidos com base nas CIDs da família J, relacionada a problemas respiratórios, mais que dobraram em comparação com o ano anterior. Enquanto em 2018 e em 2019 os registros foram próximos, com 21.660 e 19.344 casos, respectivamente, o ano de 2020 teve 51.327.

Fique atento:

Como existe uma subnotificação dos casos de Covid-19 e as perícias presenciais do INSS deixaram de ser realizadas durante a pandemia, valendo para afastamentos os atestados enviados por médicos da rede pública e particular, é possível que os sintomas, em muitos casos similares, de infecção por coronavírus tenham sido registrados como doenças respiratórias.

Os afastamentos ressoam nos cofres da Previdência. De acordo com o último Boletim Estatístico da Previdência Social, o INSS gastou R$ 1,4 bilhão nesses benefícios temporários por enfermidades apenas no mês de novembro.