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COVID-19 | Estudo da UFMG identifica lugares onde há mais chances de infecção

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Um estudo feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está se concentrando em tornar facilitar a identificação de lugares onde a chance de ser infectado pelo vírus SARS-Cov-2 é maior. Para chegar a isso, a equipe de virologistas coletou amostras de lugares públicos de alta circulação na cidade de Belo Horizonte. O próprio site da UFMG afirma que o estudo não pode ser considerado científico, mas que as evidências corroboram a escala de perigo de infecção.

O método utilizado foi o swab (aquele cotonete alongado usado nos testes, que coleta o material das mucosas e superfícies), que foi passado em pontos de ônibus, entradas de hospitais e bancos de praças. Dentre 101 amostras colhidas, 17 continham traços do coronavírus.

Estudo da UFMG identifica lugares onde há mais chances de infecção
Estudo da UFMG identifica lugares onde há mais chances de infecção

O infectologista e professor de medicina da UFMG Matheus Westin aponta 3 critérios básicos para avaliação de risco de locais públicos: o número de pessoas que podem portar a infecção, o nível de aglomeração esperado nos ambientes e a chance de haver pessoas com a infecção no local. Ele relembra que objetos também podem ter partículas infecciosas inertes. Frutas, verduras, caixas e outros itens que ficam expostos podem carregar o vetor de infecção. O estudo classificou as áreas de risco de acordo com os três pilares sanitários identificados pelos médicos.

Segundo essa análise da UFMG, profissionais que trabalham na linha de frente de combate ao novo coronavírus estão muito mais suscetíveis ao contágio, já que a proximidade com infectados é inevitável. Outra informação levantada pelo estudo da universidade em questão é que o investimento em equipamentos de proteção individual (EPIs) de qualidade é crucial, e pode definir se o profissional médico será contaminado ou não ao tratar pacientes.

Fonte: Canaltech