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Covid-19: Dinamarca é o primeiro país da Europa a abandonar uso da vacina AstraZeneca

O Globo
·1 minuto de leitura

COPENHAGE — A Dinamarca anunciou nesta quarta-feira que decidiu retirar do programa nacional de imunização a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. O país se tornou o primeiro da Europa a adotar a medida.

Em comunicado, a Agência Nacional de Saúde informou que "decidiu continuar a vacinação contra a Covid-19 sem a vacina da AstraZeneca", mas acrescentou que "não poderia descartar o uso novamente em outro momento". Segundo as autoridades dinamarquesas, ao todo, 2,4 milhões de doses serão retiradas das unidades de saúde. O uso dos imunizantes da Pfizer e Moderna será mantido.

A mudança ocorre uma semana após a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) afirmar ter encontrado possível ligação entre vacina da AstraZeneca e relatos de coágulos sanguíneos. Apesar disso, o órgão ressaltou que os casos são muito raros e considera que o balanço entre riscos e benefícios da vacina contra a Covid-19 permanece "positivo".

Procurada pelo GLOBO no último dia 7, a AstraZeneca divulgou uma nota informando que "tem colaborado ativamente com as agência reguladoras para implementar essas alterações na bula do produto e já está trabalhando para entender os casos individuais, a epidemiologia e os possíveis mecanismos que poderiam explicar esses eventos extremamente raros".A Universidade de Oxford informou que não está fornecendo porta-vozes para comentários, mas enviou uma declaração do Professor de Infecção Pediátrica e Imunidade Andrew Pollard.

"A identificação de casos raros de coágulos sanguíneos, que podem estar associados à vacina, mostra que o sistema de segurança funciona e também permitiu que a MHRA e a EMA concluíssem que os benefícios da vacinação continuam a superar os riscos, ao mesmo tempo que adotam medidas para ajudar a mitigar qualquer risco possível".