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Covid-19: pela primeira vez este ano, cidade não tem nenhuma região com risco elevado de transmissão da doença

·3 minuto de leitura

Os indicadores da Covid-19 mantiveram a tendência de queda pela terceira semana consecutiva, segundo o 38° boletim epidemiológico da cidade do Rio, divulgado pela prefeitura nesta sexta-feira.Com isso, pela primeira vez desde o início da publicação dos boletins, em janeiro deste ano, todas as 33 Regiões Administrativas (RAs) do município desceram para nível de risco moderado (amarelo) de transmissão da doença. Na semana passada, três RAs ainda estavam classificadas com risco alto (laranja): Copacabana, Centro e Tijuca.

Segundo a Secretaria municipal de Saúde (SMS), a tendência de queda nas internações permanece na cidade. Entre as semanas epidemiológicas 32 (8 a 14 de agosto) e 37 (12 a 18 de setembro), houve 42% de redução nas novas admissões. Foram 609 no primeiro período de referência, contra 361 no último.

A redução também é indicada pelo número de casos confirmados — um indicador mais propenso a atrasos de atualização. Além disso, nesta semana, a quantidade semanal de novos óbitos, que até o último boletim se mantinha estável, começou a indicar queda.

— A redução dos óbitos sempre demora um pouquinho, chega em torno de 20 a 30 dias depois. Agora, vemos que esse indicador já teve reversão, já começa a demonstrar redução — informou o subsecretário de Vigilância em Saúde, Márcio Henrique Garcia.

Ainda segundo a prefeitura, o Rio tem agora menos de 500 internados por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), e a fila de espera por leitos continua zerada.

— A pandemia ainda não acabou, mas temos um cenário mais tranquilo e esperamos que continue assim — disse Garcia.

De acordo com o painel da Covid-19 da prefeitura, a média móvel de mortes pela doença na cidade está em 68 confirmações diárias, uma variação para cima de 6% em relação à média de 14 dias atrás. Cabe lembrar que, nesse período, uma atualização no sistema usado pelos municípios para notificar casos de Covid-19, o e-SUS Notifica, causou um boom nas confirmações diárias da doença em todo o estado. Parte desses registros se refere a casos que ocorreram nos meses anteriores.

— (O aumento nos registros de mortes no estado) É totalmente divergente do que a gente tem no panorama epidemiológico de internação, e os óbitos são reflexo da internação. Não há nenhum registro de aumento de casos ou de mortes, mas seguimos muito atentos — informou o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. — Estamos no melhor cenário de toda a pandemia.

Segundo ele, o número de internações pela doença na cidade se encontra no menor patamar desde abril de 2020. Outros indicadores disponíveis no painel da prefeitura também estão em queda, mas já alcançaram patamares menores este ano.

Há uma redução de 62% de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e síndrome gripal notificados no município entre as semanas epidemiológicas 32 e 37. Foram 19.982 ocorrências na última semana de referência, o menor total desde a semana 8 (21 a 27 de fevereiro de 2021). Em comparação, na semana epidemiológica 32, 53.173 casos foram notificados.

Nas redes públicas de urgência e emergência, os atendimentos para casos do tipo têm uma média móvel atualizada de 288 registros por dia, uma redução de 18% em relação a duas semanas atrás. Como no caso do outro indicador, a queda se confirma, mas não chega ao menor nível de toda a pandemia. No dia 12 de fevereiro, a média chegou a 220 notificações diárias.

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